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23/01/2018 08:37

O cientista que converte CO2 em alimento

Mário Sérgio Lorenzetto
O cientista que converte CO2 em alimento

É extraordinário que alguém afirme que pode fabricar proteína utilizando CO2. Solucionar a contaminação ambiental e a fome em uma só tacada. Um invento perfeito. A Universidade Tecnológica de Lappeenranta, na Finlândia solucionou essa equação que soa a magia.
Esse processo consiste em introduzir água, CO2 e micróbios em um pequeno bioreator, junto com outras substância químicas, não reveladas, e aplicar eletricidade. Com isto, obtêm um material sólido, com um perfil nutricional similar aos dos alimentos básicos, que pode ser utilizado para alimentar animais ou como suplemento para humanos. O resultado é algo similar ao tofu por suas propriedades proteicas e também porque não têm gosto, pode ser misturado a qualquer outro alimento.
Na atualidade o projeto se encontra, todavia, em fase embrionária. São necessários quinze dias para conseguir uma grama desse "tofu". Mas estão acelerando para conseguir mais "tofu". Em um ano, conseguirão chegar a um metro cúbico em quinze dias. Em cinco anos, chegarão a uma tonelada.

O cientista que converte CO2 em alimento

As motos do futuro foram projetadas.

Não é a primeira vez que a Barbara Future Custom procura mostrar seus dotes no campo do design, mas essa empresa da Califórnia está de volta para o futuro com novos projetos. A BFC apresentou vários conceitos do que propõe para o futuro das motos, tanto esportivas, urbanas e cross. São projetos que serão adotados pela Honda, BMW, Kawasaki e Husqvarna.

O cientista que converte CO2 em alimento
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Os motociclistas são "usuários vulneráveis".

O Brasil conta com mais de 13 milhões de motociclistas. Um avanço de 170% em dez anos. Todavia, morrem mais de 12 mil motociclistas por ano no país. Uma realidade constatada por um dado demolidor: o risco de falecer em acidente de moto é 17 vezes maior que em um automóvel. A ONU cataloga os motociclistas como "usuários vulneráveis". Essa é uma condição básica no momento de desenvolver políticas que garantam um avanço significativo na proteção dos motociclistas.
A motocicleta pode e deve jogar um papel fundamental na estratégia de mobilidade das grandes e médias cidades. Esse é um dos motivos que as prefeituras devem velar pela segurança de seus usuários. Devem montar um plano estratégico de segurança viária para motos e desenvolver leis de usuários vulneráveis. Também devem incrementar e organizar as zonas de estacionamento nas vias públicas destinadas às motos, com critérios objetivos que garantam uma proporção de superfície disponível equivalente à quota de motos existente em cada município. Mas há um cuidado que é fundamental: a formação de motociclistas não pode ser relegada a uma estante da burocracia do Detran e das Agetrans. Alguns países europeus também estão introduzindo no currículo escolar os estudos sobre a segurança nas vias públicas, um modelo que vem trazendo bons resultados na diminuição de acidentes.



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