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Em Pauta

Papiro Erótico do Egito Antigo: a safadeza rolava solta

Por Mário Sérgio Lorenzetto | 13/06/2022 06:30
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No Antigo Egito não se via o sexo como algo negativo. E nem era praticado escondido. Havia muitos lugares públicos onde o sexo corria livre, leve e solto. Um dos mais famosos documentos dessa época, o Papiro Erótico de Turim (assim denominado por estar guardado nessa cidade italiana), documento desenhado entre 1.289 e 1.135 a.C., apresenta uma grande quantidade de relações sexuais abertamente, sem esconder coisa alguma.

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1.500 anos antes do kamasutra hindu.

Esse papiro mede 2,5 metros, mas algumas partes foram perdidas. Foi achado em Der El-Medina, um povoado da área de trabalhadores de Luxor, dentro de uma vasilha de cerâmica. Foi desenhado nada menos de 1.500 anos antes do kamasutra hindu (240 - 550 d.C.), o famosíssimo tratado de erotismo escrito em sânscrito por Vatsiaiana. No papiro egípcio não existem censuras e nem filtros. Mamilos e pênis se exibem sem pudor.


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A moda era uma indústria potente no Egito.

Nas imagens desse papiro se veem adornos e joias nas figuras representadas. A moda era uma indústria potente no Egito Antigo. Era muito importante, tanto a feminina como a masculina. Todos se enfeitavam com colares, braceletes e brincos. As mulheres transpiravam erotismo, usavam vestidos de linho onde se entreviam os mamilos e os pelos pubianos.


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Igualdade entre homens e mulheres.

As mulheres no Egito tinham os mesmos direitos que os homens. Não era como em outras sociedades antigas, como a grega, onde consideravam a mulher como um ser inferior, e isso estava escrito nas leis. Para os egípcios não era assim, a consideravam uma igual. Uma mulher podia casar-se, divorciar, herdar, deserdar, ser proprietária de algum negócio ou ocular altos cargos no poder público. Existiram mulheres faraós que ocuparam esse cargo por seus próprios méritos. Também existiram mulheres vizir (outro cargo elevado) e escribas.

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