Após 17 anos, famosa Rota Motos busca novo proprietário em Campo Grande
Empresária coloca loja à venda com oficina equipada, estoque, carteira de clientes e toda a estrutura

Depois de 17 anos à frente da Rota Motos, na Avenida Júlio de Castilho, em Campo Grande, a empresária Letícia da Silva Oliveira Pereira, de 40 anos, decidiu colocar o negócio à venda. Mas o que é oferecido vai muito além de um ponto comercial.
Quem assumir a Rota Motos encontra uma empresa pronta para continuar funcionando no dia seguinte. O espaço reúne loja de peças e acessórios, oficina equipada para manutenção de motocicletas, elevadores hidráulicos, ferramentas especializadas, estoque organizado de peças, pneus, lubrificantes, capacetes e acessórios, além de recepção para clientes, escritório, área de armazenamento e mezanino. A negociação também inclui a carteira de clientes, fornecedores já consolidados e o know-how construído ao longo de 17 anos de mercado.
A decisão não tem relação com dificuldades financeiras. Segundo Letícia, a família vive um novo momento e pretende se dedicar integralmente a outro empreendimento.
"Foi uma decisão pensada. Construímos uma história muito bonita aqui, mas chegou a hora de abrir espaço para um novo ciclo."
A história da Rota Motos começou muito antes da abertura da loja. Aos 17 anos, Letícia conseguiu o primeiro emprego em uma loja de motos, trabalhando no caixa. Três meses depois, foi para as vendas, em uma época em que era raro encontrar mulheres atendendo nesse setor.
Ela conta que logo no primeiro mês se tornou a maior vendedora da empresa. Quando engravidou do primeiro filho, decidiu que não voltaria ao emprego. Ao lado do marido, abriu o próprio negócio e transformou a Rota Motos em uma das lojas mais conhecidas da região.

No início, tudo funcionava praticamente na memória. "Naquela época nem existia sistema. Eu sabia onde estava cada peça."
Hoje, além da variedade de produtos, a loja também é reconhecida pela oficina e pelo relacionamento construído com os clientes. Letícia diz que sempre fez questão de trabalhar com transparência.
"Se eu não tenho uma peça, prefiro indicar onde o cliente pode encontrar do que deixar ele sem solução."
Ela afirma que esse jeito de trabalhar ajudou a consolidar a reputação da empresa. "Tenho orgulho de dizer que nunca tive um Procon nas costas."

Segundo a empresária, a ideia é encontrar alguém disposto a dar continuidade ao trabalho construído ao longo desses 17 anos. "É um negócio pronto para trabalhar desde o primeiro dia."
O valor da negociação é tratado diretamente com os interessados!
Basta entrar em contato pelo telefone (67) 99176-6457 (chame aqui)
Ou ir até à loja negociar com Letícia na Avenida Júlio de Castilho, 2089 (veja como chegar)



