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Capital

Homem perde R$ 80 mil após cair em golpe do falso promotor por videochamada

Vítima teve as contas "limpas" depois de golpista acessar aplicativos e fazer transferências e empréstimos

Por Clara Farias | 12/09/2026 15:47
Homem perde R$ 80 mil após cair em golpe do falso promotor por videochamada
Vítima durante videochamada com golpista (Foto: Osmar Veiga/Arquivo)

Homem de 43 anos perdeu R$ 80 mil após cair no golpe do falso promotor, em Campo Grande. Conforme o boletim de ocorrência, a vítima recebeu mensagens e ligações de um suposto promotor de Justiça, que pediu os dados da conta bancária sob a justificativa de que seria necessário liberar o recebimento de valores referentes a uma ação judicial. Caso foi registrado como furto qualificado.

RESUMO

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Um homem de 43 anos perdeu R$ 80 mil ao cair no golpe do falso promotor, em Campo Grande. A vítima recebeu mensagens de uma suposta advogada e, no dia seguinte, foi contatada por videochamada por alguém que se identificou como promotor, solicitando dados bancários para liberar valores de uma ação judicial. Foram realizados Pix e um empréstimo fraudulentos. O caso foi registrado como furto qualificado na 5ª Delegacia de Polícia Civil.

Inicialmente a vítima recebeu uma mensagem de uma pessoa que se identificou como advogada. No dia seguinte, ele foi contatado por telefone e também por uma chamada de vídeo. Durante a conversa, o suspeito afirmou ser promotor e pediu que a vítima liberasse a conta para receber o dinheiro de um processo.

O homem forneceu o número da conta e, na sequência, foram realizadas diversas movimentações financeiras que ele afirma não reconhecer. Entre elas estão transferências via Pix que somaram R$ 14 mil, um empréstimo de R$ 17 mil e outros dois Pix, de R$ 6 mil e R$ 3 mil.

Na conta jurídica da vítima, ainda foram realizados Pix que totalizaram R$ 40 mil. Somados os valores informados no registro, as movimentações fraudulentas chegam a R$ 80 mil.

A vítima afirmou à polícia que não reconhece os dados utilizados para contratação do empréstimo ou realização das transferências. O registro também aponta que não houve ameaça ou coação durante os contatos.

O caso foi registrado como furto qualificado na 5ª Delegacia de Polícia Civil, em Campo Grande.

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