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Campo Grande, Quinta-feira, 25 de Abril de 2019

03/04/2019 11:00

Com dois terrenos na Rua da Paz, proprietário limpa apenas se for notificado

Agentes de combate a endemias precisam de autorização para vistoriar imóvel, que causa problemas há mais de 5 anos

Danielle Matos
ACEs não podem realizar vistoria sem autorização judicial. (Foto: Direto das Ruas)ACEs não podem realizar vistoria sem autorização judicial. (Foto: Direto das Ruas)

Terreno na Rua da Paz, no bairro Santa Fé, acumula lixo e serve de “morada” para ratos e mosquitos. O proprietário também é dono de outro terreno na esquina da mesma rua, que já foi notificado pela Prefeitura e limpo.

O terreno é murado e portões enferrujados resistem à ação do tempo. O que restou da casa que um dia esteve ali, está destruído e acumula água nos entulhos e restos de construção. Os portões impedem a entrada de agentes de combate a endemias para vistoria de focos do mosquito Aedes aegypti, mas não são barreira para quem descartou lixos e galhos de árvores.

O segundo terreno, na esquina, foi limpo há poucas semanas. É o que informa uma moradora do prédio da frente, que não deseja se identificar. Ela afirma ter entrado em contato com o proprietário, que prefere arcar com as despesas de notificação a se responsabilizar pela limpeza. “Ele não liga para multa, disse pra mim ‘deixa multar!’. Está assim há mais de cinco anos. O da esquina ele só limpou porque denunciaram várias vezes”.

Segundo a Prefeitura, terrenos com edificações precisam de autorização judicial para entrar e a responsabilidade é da Secretaria Municipal de Saúde. Em nota a Sesau informou que “não há nenhuma notificação referente a este endereço, mas será encaminhada ao setor responsável para que seja programada uma visita”, e que recentemente realizou o trabalho de verificação de imóveis abandonados ou fechados na região central para identificar e eliminar possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti.

Direto das Ruas - O vídeo chegou ao Campo Grande News por meio do canal Direto das Ruas, meio de interação do leitor com a redação. Quem tiver flagrantes, sugestões, notícias, áudios, fotos e vídeos pode colaborar no WhatsApp pelo número (67) 99955-2040, pela ferramenta Fale Conosco ou por mensagem enviada via Facebook.

 



É isso aí pessoal.
Sem civilidade não há solução.
 
Critico em 03/04/2019 12:00:58
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