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Campo Grande, Sábado, 20 de Abril de 2019

20/01/2019 15:41

Com rosto ferido, estudante denuncia truculência de seguranças de boate

Jovem e amigo foram agredidos e expulsos da casa noturna na Chácara Cachoeira

Bruna Pasche
Rafael passou por exames e não fraturou nenhuma parte do corpo, no entanto, está tomando remédio para dor. (Foto: Arquivo pessoal)Rafael passou por exames e não fraturou nenhuma parte do corpo, no entanto, está tomando remédio para dor. (Foto: Arquivo pessoal)

Rafael Froeder Troiani, de 21 anos, diz que foi agredido a socos e chutes dentro de uma boate sertaneja, localizada no bairro Chácara Cachoeira, na madrugada deste domingo (20). Conforme o estudante, ele e um amigo foram retirados à força, depois de o segurança ter quebrado o braço de uma terceira pessoa.

Rafael contou que foi até a boate com o amigo, de 25 anos, para ouvir um “modão”, quando por volta das 3h, houve uma discussão em grupo que estava ao lado dele. “Parece que um dos caras estava mexendo com uma mulher casada, então os seguranças o tiraram a força do lugar, quebrando o braço dele. Sei que ele também estava errado, mas isso não se faz”, disse.

Segundo o estudante, quando os seguranças retornaram, vieram em sua direção o puxando para fora. “Eu falei que não tinha nada a vê, mas eles insistiram e eu disse que ia sair. Meu amigo ficou até bravo porque não queria ir embora já que não estávamos fazendo nada, então eles pegaram ele e jogaram no meio da rua e me deram um soco que eu tonteei e cai no chão, sendo atingido por mais socos e chutes”.

Froeder diz que não sabe por quantos seguranças foi agredido, já que tonteou no primeiro soco, e depois não lembra de mais nada. Mas garante que três o retiraram do local. “Até os amigos do cara que foi agredido primeiro falou que se a gente quisesse eles testemunhavam ao nosso favor, que não tínhamos nada a ver. Nunca tinha visto algo assim antes, saio para me divertir e acontece uma coisa dessas”, pontuou.

O jovem foi para a UPA (Unidade de Pronto Atendimento), das Moreninhas onde passou por exames e raio-x até o início da tarde com as roupas ainda sujas de sangue. Depois iria até a Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário), da Vila Piratininga para fazer o boletim de ocorrência.

Campo Grande News tentou contato com o proprietário do local, mas não obteve resposta.



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