Cruzamento no Oliveira tem acidente num dia e no outro também
Imagens de câmeras de segurança de comércio local registram 3 colisões em 3 dias
O cruzamento entre a Avenida Prefeito Lúdio Martins Coelho e a Rua Mogi Mirim, no bairro Oliveira, em Campo Grande é perigoso. Somente hoje foram dois acidentes em questão de horas. O leitor Leandro Levi Carnevale procurou o Campo Grande News para denunciar a situação. Ele diz ainda que a prefeitura instalou quebra-molas no local, mas tem sido insuficiente.
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Vídeos de câmeras de segurança do estabelecimento do leitor, que fica na esquina, mostram acidentes nos dias 1 e 2 de setembro e também de hoje. Houve acidentes entre motos e entre carro e moto, de dia e de noite.
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"Faz 15 anos que estamos aqui nessa esquina e aconteceram muitas coisas. Há um tempo atrás, pedimos à Agetran que instalasse um semáforo aqui para evitar acidentes, até porque tem uma escola logo ali para cima, que é a Escola Zezão. Mas a Agetran, na verdade, colocou quebra-molas na avenida. Não está resolvendo", relata.
Conforme o comerciante, a sinalização com quebra-molas não inibe a imprudência, principalmente por parte dos motociclistas. "As motos passam ou pelo canto do quebra-molas ou passam correndo por cima dele. Quando os carros vão atravessar a avenida, acabam acertando essas motos", explica.
Leandro lembra que o histórico do cruzamento acumula vítimas com ferimentos sérios e episódios de dor que assustam a vizinhança. "Já teve acidentes piores aqui. Teve um rapaz uma vez, de moto, que bateu num carro e voou na placa de 'Pare', que rasgou a perna dele todinha. Teve também uma senhorinha que bateu aqui dias atrás e quebrou a clavícula, coitadinha, chorava e gritava de dor no chão", relembra o leitor.
A preocupação é que a falta de sinalização adequada termine em morte no local. "Até um policial, há muito tempo, falou que só vão colocar semáforo no dia em que morrer alguém. Mas não dá para esperar morrer alguém para tomar uma atitude. Merece um semáforo aqui para evitar o pior, antes que aconteça o inevitável", cobra o morador.
A reportagem encaminhou questionamentos à Agetran (Agência Municipal de Transporte e Trânsito) e aguarda retorno.
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