Ruas ficam intransitáveis com descarte de lixo no entorno da UCDB
Motorista flagrou descarte irregular de resíduos nesta segunda-feira e aponta que situação tem piorado

O descarte irregular de lixo tem dificultado o trânsito e gerado reclamações de quem passa pela região próxima à UCDB (Universidade Católica Dom Bosco), em Campo Grande. Nesta segunda-feira (13), um motorista que preferiu não se identificar relatou que chegou a ficar impedido de passar por uma das vias devido à ação de pessoas despejando resíduos na Rua Jane Regina, na Vila Nasser.
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Moradores e motoristas que utilizam as vias próximas à UCDB, em Campo Grande, relatam dificuldades causadas pelo descarte irregular de lixo na Rua Jane Regina e adjacências, na Vila Nasser. O problema, que inclui sofás, galhos e outros resíduos, se agravou desde o fim de fevereiro. Moradores afirmam ter dificuldade em acionar a fiscalização, já que o registro exige flagrante. A prefeitura foi contactada, mas não respondeu até a publicação.
Segundo ele, o problema não se limita apenas à Rua Jane Regina, mas se estende por outras vias do entorno. “Hoje a gente não conseguiu passar porque tinha gente jogando lixo no local”, afirmou.
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O morador, que vive no Bairro Santo Amaro e utiliza a região como atalho diariamente, relata que o problema não é recente e se agravou desde o fim de fevereiro, com o início do período letivo. “Toda aquela região está feia, tem rua que você não consegue passar, que já está tomada pelo lixo. Está bem complicado de usar ali”, disse.
De acordo com o relato, há diversos tipos de resíduos espalhados pelas vias. “Sofá, galho de árvore jogado no meio da rua, despacho, tudo que você imaginar tem lá”, descreveu.
Ele conta ainda que chegou a abordar uma pessoa no momento em que fazia o descarte. “A gente abordou, e a pessoa falou que não ia jogar. Tive que dar ré, porque o carro estava no meio da rua descarregando galhos. Quando percebeu, parou, mas não sei se depois voltou a jogar”, relatou.
A dificuldade para acionar a fiscalização também foi citada. Segundo o morador, ele tentou contato pelos canais disponíveis, mas não conseguiu registrar a ocorrência em tempo hábil. “Fala que é o 156, mas não tem WhatsApp. Tentei a GCM (Guarda Civil Metropolitana), mas eles só vão quando a pessoa está jogando. Depois não vão, porque precisa de flagrante”, afirmou.
Ainda conforme o relato, a rotina corrida impede que moradores aguardem no local para formalizar a denúncia. “Na hora não dava, eu estava sem tempo. E como a gente não é polícia, não tem como ficar esperando”, completou.
A reportagem entrou em contato com a prefeitura para saber se há fiscalização na região e previsão de limpeza das vias, mas até a publicação desta matéria não houve resposta. O espaço segue aberto para manifestação.
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