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Direto das Ruas

"Uma luta diária", relata mãe de bebê prematuro internado na UTI há 57 dias

Carlos Augusto nasceu após 25 semanas de gestação devido a uma infecção durante a gravidez

Por Idaicy Solano | 13/05/2022 10:12
Gisele segurando a mão do filho através do vidro da incubadora. (Foto: Arquivo Pessoal)
Gisele segurando a mão do filho através do vidro da incubadora. (Foto: Arquivo Pessoal)

Complicações na gravidez de Gisele Vieira, de 36 anos, causadas por uma infecção no quinto mês de gestação, levaram ao nascimento do pequeno Carlos Augusto com apenas 25 semanas de gestação. O bebê chegou pesando 750 gramas, e está internado na UTI Neonatal da Santa Casa de Campo Grande há 57 dias.

Emocionada, Gisele contou ao Campo Grande News que as complicações começaram após tomar um remédio para impedir que uma infecção causada por um furúnculo na barriga avançasse. Após o uso dos medicamentos, a autônoma teve sangramentos e precisou ser internada na Santa Casa. Apesar dos esforços dos médicos para manter a gestação, o bebê acabou nascendo com apenas 25 semanas de gestação devido às complicações no colo do útero da gestante.

Prematuro e com 750 gramas, Carlos Augusto, carinhosamente apelidado de “Carlinhos” pela mãe, luta pela vida na UTI Neonatal do hospital. Segundo a mãe, o bebê tem dificuldades de respirar sozinho e tem anemia. Ele precisou ser submetido a duas transfusões de sangue e uma cirurgia de retinopatia da prematuridade, por conta da malformação dos vasos sanguíneos dos olhos.

Gisele relata que o trabalho de parto foi difícil e durou muitas horas, e que chegou até a pensar que ela e o filho não sobreviveriam. “Meu filho é um guerreiro. Uma pediatra falou que era muito difícil ele sobreviver, e ele sobreviveu”, conta. A mulher diz receber todo o apoio médico e psicológico do hospital e agradece o apoio de outras colegas que entendem a situação que ela está passando. “Só a gente que é mãe de prematuro sabe o quanto é difícil”, expressa.

Sem perder as esperanças, Gisele anseia pelo momento em que poderá levar o filho saudável e com saúde para casa. “Eu nunca pude pegar ele no colo, nunca pude sentir o cheirinho dele”, relata Gisele, emocionada. O único contato que a mãe teve com o filho até agora, foi através do vidro da incubadora.

Gisele está desempregada e vive de aluguel com a mãe. Ela pede ajuda com doações de fraldas ou qualquer valor em dinheiro para ajudar a família financeiramente. Quem quiser e puder ajudar de alguma forma, pode entrar em contato com Gisele através do número (67) 99248-9925. Este também é o número do Pix dela.

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