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Campo Grande, Segunda-feira, 25 de Junho de 2018

30/10/2014 11:21

Aumento da taxa de juros é amargo, mas necessário, diz presidente da Fiems

Luciana Brazil
Presidente da Fiems diz que aumento da taxa é remédio amargo, mas necessário. (Foto: Divulgação)Presidente da Fiems diz que aumento da taxa é remédio amargo, mas necessário. (Foto: Divulgação)

O aumento da taxa básica de juros de 11 para 11,25% ao ano, anunciada ontem (29) pelo Copom (Comitê de Política Monetária do banco Central), é um remédio amargo, mas necessário, declarou o presidente da Fiems (Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul), Sergio Logen.

Para Logen, a elevação da taxa, estratégia do Governo Federal para tentar controlar o avanço da inflação no Brasil, é amarga, em especial, para o setor industrial.  “Primeiramente, nós temos de avaliar a situação econômica atual do País, se hoje subir os juros faz com que o Governo mantenha o controle sobre a inflação, temos de aceitar essa decisão. É claro que qualquer um dos dois remédios – juros altos e inflação – são amargos, mas para o setor industrial, infelizmente, os juros são a melhor ferramenta que nós temos para controlar a inflação no momento”, analisou.

Sem o domínio da inflação, trabalhadores e empresas acabam sendo prejudicados, na avaliação do presidente da Fiems. “Precisamos dominar a inflação para que ela não venha comer os salários dos trabalhadores e os lucros das empresas”, pontuou, comentando a decisão do Banco Central para trazer a inflação para a meta.

O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) chegou a 6,75% no acumulado em 12 meses no fim de setembro. Agora, conforme o setor industrial, o desafio do País é criar as condições para uma redução sustentada da taxa de juros. A adoção de uma política fiscal restritiva é fundamental para a reversão das expectativas inflacionárias e para que o ciclo de alta dos juros seja o mais curto possível.

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