Banco do Brasil prorroga prazo para renegociar dívidas até o dia 30 de abril
Clientes podem parcelar débitos sem envio de documentos pelos canais digitais e agências
O Banco do Brasil prorrogou até 30 de abril o prazo das condições especiais para renegociação de dívidas. A medida foi tomada após o desempenho das negociações realizadas em março, quando a instituição fechou mais de 180 mil acordos e renegociou cerca de R$ 1,7 bilhão em débitos em todo o país.
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O Banco do Brasil prorrogou até 30 de abril as condições especiais para renegociação de dívidas de pessoas físicas. A decisão foi tomada após o banco fechar mais de 180 mil acordos em março, renegociando cerca de R$ 1,7 bilhão em débitos. A negociação pode ser feita pelo aplicativo, site, terminais, WhatsApp ou agências, sem necessidade de documentos.
Na prática, a prorrogação amplia o período para que clientes pessoa física com pendências financeiras possam reorganizar suas dívidas diretamente com o banco. A iniciativa integra um mutirão nacional do setor bancário voltado à redução da inadimplência e ao estímulo ao uso mais consciente do crédito.
Segundo o banco, as condições especiais permitem ajustar a dívida à realidade financeira do cliente, com possibilidade de parcelamento e redefinição dos valores. A proposta é facilitar a regularização sem burocracia, já que não é necessário enviar documentos para iniciar a negociação.
O serviço pode ser acessado por diferentes canais. O cliente pode renegociar pelo aplicativo do banco, pelo site oficial, nos terminais de autoatendimento, pela Central de Relacionamento, via WhatsApp no número (61) 4004-0001 ou diretamente nas agências físicas.
Além da renegociação, o banco também aposta em ferramentas de organização financeira. Uma delas é o “Minhas Finanças”, disponível no aplicativo, que permite acompanhar gastos, planejar o orçamento e organizar compromissos. A ferramenta é utilizada por mais de 7 milhões de clientes por mês.
De acordo com o Banco do Brasil, o objetivo das ações é contribuir para a redução das dívidas em atraso e incentivar hábitos financeiros mais equilibrados, evitando que o cliente volte a se endividar após a renegociação.


