Campo Grande segue na liderança de saldo de empregos de MS
Capital é o maior polo empregador em números absolutos, com 140.056 contratações

De janeiro a novembro de 2025, Mato Grosso do Sul registrou 397.024 admissões formais no mercado de trabalho. Dados do Novo Caged, do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que, no mesmo período, foram contabilizados 366.047 desligamentos, o que resultou em saldo positivo de 30.977 postos de trabalho no Estado.
RESUMO
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Mato Grosso do Sul registrou saldo positivo de 39.678 postos de trabalho formal entre janeiro e novembro de 2025, com 397.024 admissões e 357.346 desligamentos. Ribas do Rio Pardo liderou a geração de empregos no estado, com saldo de 10.003 vagas, seguido por Inocência e Dourados. Campo Grande concentrou 35% das contratações do estado, com 140.056 admissões. Cinco municípios apresentaram saldo negativo, com Nioaque registrando o pior resultado. No cenário nacional, o Brasil alcançou saldo de 1,89 milhão de empregos formais no mesmo período, impulsionado pelos setores de serviços e comércio.
Campo Grande aparece como o município que mais gerou empregos em Mato Grosso do Sul, considerando o saldo entre admissões e demissões ao longo de 2025. A cidade registrou 140.056 contratações de janeiro a novembro e 131.836 desligamentos, o que garantiu saldo positivo de 8.220 postos de trabalho formais.
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O segundo maior saldo do Estado foi registrado em Inocência, que teve 8.008 admissões e 5.349 desligamentos, com resultado positivo de 2.659 empregos. Dourados aparece logo depois, com saldo de 2.277 vagas, resultado de 36.295 contratações contra 34.018 demissões. Três Lagoas fechou o ranking dos quatro maiores saldos, com 1.913 novos postos de trabalho, após registrar 28.864 admissões e 26.951 desligamentos.
Também se destacaram no acumulado do ano São Gabriel do Oeste, com saldo positivo de 1.501 empregos, Nova Alvorada do Sul, com 1.462, Chapadão do Sul, com 1.281, Aparecida do Taboado, com 688, e Bataguassu, que encerrou o período com saldo de 555 vagas formais.
Apesar do desempenho positivo da maioria das cidades, cinco municípios fecharam os onze primeiros meses de 2025 com saldo negativo no mercado de trabalho formal. Nioaque teve o pior resultado, com 1.493 desligamentos e 1.243 admissões, saldo de -250 empregos. Deodápolis também encerrou o período no vermelho, com saldo negativo de 100 vagas. Ladário teve retração de 23 postos, seguido por Juti, com saldo negativo de 22, e Rio Brilhante, que praticamente empatou admissões e demissões, mas fechou o período com saldo negativo de uma vaga.
Quando o critério analisado é apenas o número de admissões, Campo Grande foi o município que mais contratou em 2025, com 140.056 admissões, o que corresponde a 35% de todas as contratações registradas em Mato Grosso do Sul no período.
Na sequência aparecem Dourados (36.295), Três Lagoas (28.864), Ribas do Rio Pardo (10.988), Corumbá (9.297), Chapadão do Sul (8.122), Inocência (8.008), Nova Andradina (7.962), Aparecida do Taboado (7.508) e Naviraí (7.139), completando o ranking das dez maiores admissões do Estado.
Ao todo, esses dez municípios concentraram 264.239 admissões, o que representa 66,5% do total registrado em Mato Grosso do Sul. Na outra ponta do ranking, pequenos municípios apresentaram baixo volume de contratações ao longo do ano: Japorã (77), Taquarussu (115), Paranhos (196), Douradina (243) e Novo Horizonte do Sul (248).
No cenário nacional, o Brasil também manteve desempenho positivo no mercado de trabalho formal. No acumulado de janeiro a novembro de 2025, o país registrou saldo aproximado de 1,89 milhão de empregos com carteira assinada, impulsionado principalmente pelos setores de serviços e comércio. O resultado nacional acompanha o movimento observado em Mato Grosso do Sul, que encerra o período com crescimento do emprego formal concentrado em polos regionais e municípios com maior dinamismo econômico.
Matéria alterada às 14h para correção de informações.


