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Economia

Capital fica no "top 5" das cestas básicas mais caras do País

Entre os itens que puxaram valor, o quilo do tomate registrou alta de 51,74% em Campo Grande, no mês de março

Por Silvia Frias | 06/04/2022 10:52
Quilo do tomate foi o que registrou a maior variação em março, de 51,74%. (Foto: Arquivo)
Quilo do tomate foi o que registrou a maior variação em março, de 51,74%. (Foto: Arquivo)

O custo da cesta básica em Campo Grande, no mês de março, foi de R$ 715,81, ficando no “top 5” das altas mais expressivas do País, segundo pesquisa nacional divulgada nesta quarta-feira (6). O índice de aumento foi de 5,51%.

A pesquisa foi divulgada pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A alta em Campo Grande é a 4ª mais expressiva do País, ficando atrás de Rio de Janeiro (7,65%), Curitiba (7,46%) e São Paulo (6,36%). Depois da capital de MS, Vitória (3,28%) completa o "top 5" no País.

O valor desembolsado com os produtos que compõem a cesta básica representa 63,85% do salário mínimo vigente ou 129 horas de trabalho para conseguir comprar a cesta.

A comparação do valor da cesta em 12 meses, ou seja, entre março de 2022 e março de 2021, mostrou que todas as capitais tiveram alta de preços, com variações que oscilaram entre 11,99%, em Aracaju, a 29,44%, em Campo Grande.

Disparada – Alguns produtos registraram alta em todas as capitais pesquisadas, entre eles, o quilo do feijão, óleo de soja e o pão francês.

Em Campo Grande, o quilo do tomate foi o que registrou a maior variação em março, de 51,74%.

Outros alimentos com alta nos preços praticados foram óleo de soja (14,43%), a farinha de trigo (8,90%), o feijão carioquinha (8,40%), o arroz agulhinha (7,25%), o leite de caixinha (5,40%), a manteiga (1,98%), a banana (1,61%), o café (1,29%), o açúcar (1,15%), o pãozinho francês (0,54%) e a carne bovina (0,15%).

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