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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

05/05/2011 14:26

Cesta Básica Alimentar teve acréscimo de 2,14% em abril

Viviane Oliveira

No mês de abril a pesquisa assinalou alta em nove dos 15 produtos

O valor da Cesta Básica Alimentar em Campo Grande registrou um acréscimo de 2,14% no mês de abril em relação ao mês de março.

Conforme a pesquisa da Semac (Secretária Estadual de Meio Ambiente, do Planejamento, e da Ciência e Tecnologia), no quarto mês do ano o conjunto de 15 itens de gêneros alimentícios básicos necessários ao consumo de uma pessoa custou R$ 257,48 em março, esse valor foi de R$ 252,08.

As variações acumuladas registraram percentuais positivos: nos últimos 12 meses 9,23%, nos seis últimos meses 12,50% e no ano 7,75%. No mês de abril a pesquisa assinalou alta em nove dos 15 produtos que compõem a Cesta Básica Alimentar: batata 22,42%; macarrão 10,35%; margarina 8,20%; sal 7,50%; carne 2,48%; alface 2,29%; leite 1,67% e feijão 1,49%.

Os produtos que acusaram queda de preço: arroz 4,16%; tomate 3,76%; laranja 2,41 e banana 0,38%. Pão e óleo mantiveram seu preço. As chuvas em excesso ocorridas no período atrasaram a colheita da batata com quebra de produção, o que aumentou o preço em 22,42%.

Alta de 10,35% do macarrão foi conseqüência da oferta exagerada de algumas marcas do produto no mês anterior. Isso ocorreu devido ao excedente de estoque da farinha de trigo safra de 2010.

O arroz está com maior oferta no mercado interno e o câmbio em baixa também barateou a importação da Argentina, o que fez com que seu preço registrasse queda da 4,16%.

A colheita da safra de tomate no período obteve resultados positivos aumentando sua oferta e consequente queda de preço em 3,76%. Nos último seis meses, os produtos que apresentaram maiores altas foram: tomate, alface, açúcar, óleo e banana. Já o feijão e arroz ficaram mais baratos.

O trabalhador que recebe salário mínimo R$ 545 comprometeu 47,42% do seu salário em abril para aquisição da Cesta Alimentar, restando R$ 287,52 e no mês anterior este gasto representava 46,25%.

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"(...) O trabalhador que recebe salário mínimo R$ 545 comprometeu 47,42% do seu salário em abril para aquisição da Cesta Alimentar, restando R$ 287,52 e no mês anterior este gasto representava 46,25%."

Isso sem contar o aluguel, água, luz... ih: acabou!!

Claro que é necessário bolsa família, programa contra miséria. Só não existe interesse mínimo que seja por parte das autoridades em fazer a constituição federal ser cumprida e pagar um salário-mínimo de verdade.
 
Carlos Alberto em 05/05/2011 06:57:28
Engraçado os produtos sao aumentados do dia pra noite, mas e o pobre?As suas condiçoes financeiras não irão mudar com esse aumento,ao contrario sua qualidade de alimentação ira cair!!!Gente o pobre ta de saco cheio de pagar tanta coisa,e o pior perdendo que quase o direito de comer!!Aff, ohh Brasil pelo amor de Deus,mude a sua politica economica e favoreça mais o pobre em nome de Jesus!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
 
Reinaldo Costa em 05/05/2011 03:39:02
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