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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

13/10/2010 08:21

Comerciantes da Bolívia "chiam" de nova cota nas compras

Redação

Os limites quantitativos para a entrada de produtos trazidos por viajantes ao Brasil, impostos por uma portaria do Ministério da Fazenda, tem irritado comerciantes da Bolívia, país que faz fronteira com o município de Corumbá.

Pela norma, o turista procedente do exterior pode trazer em sua bagagem, com isenção de tributos, livros, folhetos, periódicos e bens de uso ou consumo pessoal, excluindo máquinas, aparelhos e outros objetos que requeiram alguma instalação, assim como máquinas filmadoras e computadores pessoais.

A cota para compras continua sendo de US$ 300 dólares, mas com alguns limites quantitativos: 12 litros de bebida alcoólica, 10 maços de cigarro, 25 charutos ou cigarrilhas e 250 gramas de fumo.

A cota máxima também determina 20 unidades com valor inferior a US$ 10, desde que não haja mais do que 10 unidades idênticas, e 20 unidades para os bens que não se aplicam em nenhum destes primeiros casos, desde que não haja mais do que três unidades idênticas.

E são exatamente estas duas últimas regras que tem desagradado os comerciantes da fronteira.

"Acabamos tendo prejuízo. Para as roupas, que são o principal produto aqui da feira, os brasileiros podem levar apenas 10 peças", reclamou Marco Aranibar, representante da feira comercial.

"A quantidade de pessoas foi até dentro do esperado para este feriado prolongado, mas o ganho para os comerciantes daqui foi bem menor", continuou.

Para o líder comercial, o ideal seria que o turista pudesse gastar o limite de US$ 300 dólares com o utensílio de seu interesse, sem limitação de quantidade.

"Aumentaram a cota do cigarro e da bebida e diminuíram das roupas", constatou. Ele não descarta a possibilidade dos vendedores realizarem um protesto para tentar revogar a medida, válida para todo o Brasil.

Alguns viajantes também reclamaram da limitação. "Eu não sabia que podiam ser apenas 10 peças. Fui informado só aqui, na fronteira. O jeito foi comprar só as roupas necessárias", disse o funcionário público Rubens Honório, morador de Campo Grande. Com informações do Diário Corumbaense Online.

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