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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

29/08/2013 11:49

Comércio de MS não sente crise e tem o maior aumento nas vendas do País

Aline dos Santos
Comércio teve melhor resultado do País. (Foto: Marcos Ermínio)Comércio teve melhor resultado do País. (Foto: Marcos Ermínio)

O comércio de Mato Grosso do Sul teve o melhor resultado do País no mês de junho deste ano. Conforme a Pesquisa Mensal de Comércio, a taxa de variação de volume de vendas foi de 8,8%. Em seguida, aparecem o Mato Grosso e Paraíba, com 7,5%. O estudo foi divulgado hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas) em Campo Grande.

“O varejo teve desempenho superior à média do Brasil e do Centro-Oeste”, afirma o presidente da ACICG (Associação Comercial e Industrial de Campo Grande), Omar Aukar. De acordo com ele, a tendência de crescimento do setor no Estado vem desde o segundo semestre de 2012. “Isso significa que os outros Estados estão sentindo mais as alterações na economia”, analisa.

Para Omar, é o reflexo dos novos empreendimentos e aumento na diversidade de produtos. “Vieram novos negócios para a Capital e o Estado. Em dois anos, teve a ampliação de um shopping. Mais dois shoppings novos. A pessoa não precisa ir para fora do Estado para comprar coisa diferente”, salienta.

Contudo, para os próximos meses, o cenário é de cautela. “Ontem, o governo aumentou a taxa Selic para 9%, aumento do custo do dinheiro, inflação crescente e aumento do dólar. Os fatores sinalizam para maiores dificuldades. É difícil fazer estimativas em um cenário desse”, afirma.

“Os números dão uma projeção de futuro. O comércio vive disso. Mato Grosso do Sul é o Estado que mais cresce no Centro-Oeste”, diz o presidente da Faems (Federação das Associações Empresariais de Mato Grosso do Sul), Antônio Freire.

Também divulgada hoje, a PAC 2011(Pesquisa Anual de Comércio) aponta que o setor resultou em receita bruta de revenda de R$ 33 bilhões, empregando 129.265 pessoas em Mato Grosso do Sul. No Brasil, são R$ 2,1 trilhões.

De acordo com a gerente de Análises de Resultados do IBGE, Juliana Paiva Vasconcellos, o atacado representa 44,4% da receita. Seguido pelo comércio varejista (43,8%) e comércio de veículos, peças e motocicletas (11,8%).

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André criou emprego e renda em todo o Estado agora estamos colhendo os frutos enquanto o resto do país a economia está parada aqui o Estado só cresce.
 
joão afonso em 29/08/2013 13:56:09
Essa pesquisa deve ter sido para os shopings e produtos exportados, pois não vi nenhum tipo de crescimento de vendas nos ultimos dias no centro da capital, pelo contrario decaiu, com essa lei que inventaram para tirar os paineis das lojas, prevalecendo os grandes investidores shoppings, prejudicando os pequenos comerciantes do centro.
 
RODRIGO DE OLIVEIRA em 29/08/2013 12:23:34
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