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Campo Grande, Segunda-feira, 22 de Outubro de 2018

14/12/2010 08:39

Consumidor da Capital deve gastar mais no natal de 2010

Ana Maria Assis
 Consumidor da Capital deve gastar mais no natal de 2010

O consumidor da Capital deve pagar mais caro pelos produtos de natal. É o que indica o Levantamento do Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais (Nepes), da Universidade Anhanguera-Uniderp.

Conforme a pesquisa, dos 57 itens analisados da Cesta Natalina, 37 apresentaram aumento nos preços. A pesquisa compara os valores praticados em dezembro deste ano com o mesmo período do ano passado.

A variação média da cesta natalina de 2009 para 2010 foi de 9,5%, por exemplo, bem acima da inflação acumulada nesse período, na cidade de Campo Grande, que foi de 5,93%.

Alguns dos produtos que se destacaram com altíssimas elevações de preços são: feijão, com aumento de 109,77%, laranja, de 84,95%, capa de contrafilé, de 76,79%, uva, de 66,67%, queijo minas, de 51,46% e castanha do Pará com casca, de 49,5%. Produtos típicos da época a exemplo do peru, chester e vinho branco podem ser encontrados com aumento de até 16,99%, 17,42% e 35,78%, respectivamente. Na contramão, quedas significativas de preços puderam ser percebidas no valor da cebola, de -53,54%, filé de merluza, de -37,43%, nozes, de -37,92% e tomate, de -29,53%.

Quando analisados os produtos por subgrupos os índices apresentam a média de: panetones e biscoitos, com índice de 3,28%; verduras e legumes, de – 30,75%; frutas, de 33,43%, cereais (arroz e feijão), de 54,54%; bebidas, de 6,27%; leite e derivados, de 21,38%; farinhas e massas , de 8,88%; carnes e derivados, de 23,92%; importados, de -13,76% e geral, de 11,27%.

As carnes, de modo geral, continuam sendo as grandes vilãs, não só da cesta natalina, mas na composição mensal da inflação da cidade. A capa de contrafilé, varia 76,79%; contrafilé, 46,29%, alcatra, 33,95% e costela de cordeiro, de 36,18%.

Já os produtos importados, de acordo com a pesquisa, estão com preços menores ou nos mesmos patamares do ano anterior. Isso se deve à forte valorização do real frente ao dólar.

(Com assessoria)



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