A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

04/08/2011 11:16

Crédito mais caro deixa comércio enfraquecido, segundo Serasa

Marli Moreira, da Agência Brasil

Nos sete primeiros meses deste ano, o indicador acumula alta de 9,6% ante 10,5% verificado em igual período de 2010.

Depois de se manter estável em junho, o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio apresentou, em julho, uma leve recuperação com um taxa de 0,01%. A tendência, prevê o gerente de indicadores de mercado da Serasa Experian, Luiz Rabi, é de um crescimento mais modesto ao longo deste semestre.

“Como reflexo do aperto monetário, bens com maior valor agregado e que dependem de crédito devem ter retração”, pondera o economista. Ele acredita que o índice ficará em 9% no fechamento deste ano, variação um pouco inferior à registrada no ano passado (10,3%).

Nos sete primeiros meses deste ano, o indicador acumula alta de 9,6% ante 10,5% verificado em igual período de 2010.

Em julho, houve um aumento na procura em três dos seis segmentos pesquisados pela Serasa com base nas consultas feitas por um conjunto de 6 mil empresas sobre os cadastros dos clientes. Entre eles estão o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios com alta de 0,7% ante uma queda de 0,3%.

Nos supermercados, o movimento teve expansão de 0,4% ante 0,7% e de janeiro a julho alta de 5,5%. A mesma taxa de variação (0,4%) foi constatada em móveis, eletroeletrônicos e informática que havia ficado estável, em junho. Neste caso, segundo Luiz Rabi, o desempenho está associado ao câmbio.

Ele explicou que com o real valorizado ante o dólar norte-americano, muitas mercadorias, principalmente os eletroeletrônicos, entram no país com preços mais vantajosos e ainda impedem que haja reajustes dos similares nacionais, o que, obviamente, torna os importados mais atrativos no comércio varejista.

O comércio de veículos, motos e peças manteve-se em baixa de 1,6% ante -2,7%, indicando, portanto, uma redução no ritmo de decréscimo. Na comparação com julho de 2010 houve queda de 2,4% ante uma variação positiva em junho de 5,5%. A retração no ritmo de queda foi mais atenuada na procura pelos materiais de construção cuja taxa passou de -2,9% para -0,3%. Contudo, esse segmento lidera o movimento de vendas com alta de 12% desde o começo do ano e de 7,6% sobre o mesmo mês do ano passado.

Em combustíveis e lubrificantes, a taxa recuou 0,9% na comparação com junho que havia indicado queda de 0,2%. Sobre julho de 2010 houve crescimento de 8,2% e no acumulado do ano 8,4%.

Os limites do “desculpe, seu score está baixo”
Imagine a seguinte situação. Você está navegando em uma grande loja de comércio eletrônico e escolhe um novo celular para compra. Na hora do pagament...
Confaz aprova incentivos fiscais concedidos pelo Governo de MS
O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) aprovou a convalidação de todos os incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Estado em Mato G...
Consumidor terá 30 dias para contratar serviço de esgoto antes de ser multado
Será apresentado às 9h de segunda-feira (18) um termo de parceria entre o Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de Mato ...


imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions