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Economia

“Dragão brasileiro não é SP, é MS”, diz economista reverenciado no País

Ele já foi listado entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil pela revista Forbes

Por Ângela Kempfer | 15/06/2026 16:12


Publicação do economista Ricardo Amorim nas redes sociais colocou Mato Grosso do Sul no centro de uma narrativa otimista sobre crescimento econômico, industrialização e inserção global. Ele afirma que o estado seria o “dragão brasileiro” e não São Paulo, em referência ao ritmo de expansão da economia local.

RESUMO

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Economista Ricardo Amorim publicou nas redes sociais que Mato Grosso do Sul seria o "dragão brasileiro", comparando o crescimento econômico do estado ao ritmo da China. O especialista destaca o agronegócio, a indústria de celulose e a posição geográfica estratégica como fatores do desenvolvimento local. Amorim também compara o PIB sul-mato-grossense ao do Paraguai, apesar da diferença populacional, e define o estado como um laboratório do futuro econômico do Brasil.

Ricardo Amorim ganhou projeção nacional ao participar do programa Manhattan Connection e já foi listado entre as 100 pessoas mais influentes do Brasil pela revista Forbes.

No texto postado hoje, o economista reúne uma série de argumentos para sustentar a avaliação de que Mato Grosso do Sul teria se transformado em uma das economias mais dinâmicas do país nas últimas décadas.

Amorim destaca que o estado teria uma estrutura produtiva altamente especializada, baseada no agronegócio. Ele cita soja, milho, cana-de-açúcar e proteína animal como pilares da economia, com ênfase na pecuária bovina.

Na leitura apresentada, essa concentração produtiva seria um dos fatores que explicariam o desempenho econômico do Estado, mesmo com população relativamente pequena.

Outro eixo central do post é a indústria de base florestal. O economista afirma que Mato Grosso do Sul se consolidou como polo global de celulose, impulsionado por investimentos bilionários e por uma agenda ligada à bioeconomia.

Ele usa o termo “industrialização verde” para descrever esse processo, associando a expansão industrial ao discurso de sustentabilidade e baixo carbono.

Ricardo Amorim destaca a posição geográfica como vantagem competitiva. Segundo a publicação, a integração logística com portos brasileiros e com países do Mercosul colocaria Mato Grosso do Sul em uma rede estratégica de exportação e comércio internacional.

Na postagem, o economista lembra que Mato Grosso do Sul tem cerca de 2,8 milhões de habitantes, aproximadamente um terço da população do Paraguai, mas um Produto Interno Bruto de tamanho semelhante ao do país vizinho.

Ele também diz que o Estado teria crescido em ritmo comparável ao da China, argumento usado para reforçar a ideia de aceleração econômica nas últimas décadas.

“Laboratório do futuro econômico”

Em outro trecho, o economista amplia a tese e define Mato Grosso do Sul como um “laboratório do futuro econômico do Brasil”. Segundo ele, o estado seria um exemplo de combinação entre agro de alta produtividade, industrialização e sustentabilidade.

A capital Campo Grande é descrita como um centro urbano organizado, com custo de vida competitivo e papel crescente como polo de serviços, logística e tomada de decisões.

Embora o post se baseie em características reais da economia sul-mato-grossense, como a força do agronegócio e a expansão da celulose, as comparações usadas são amplas e não trazem metodologia ou fonte detalhada.