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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

26/01/2015 14:25

Frentistas reivindicam piso de R$ 1,3 mil e participação nos lucros

Priscilla Peres
Presidente do sindicato dos trabalhadores fala sobre as melhorias financeiras do setor. (Foto: Divulgação Assessoria)Presidente do sindicato dos trabalhadores fala sobre as melhorias financeiras do setor. (Foto: Divulgação Assessoria)

O sindicato dos trabalhadores de postos de combustíveis fez assembleias em todo o Estado e elaborou uma ata de reivindicações, para apresentar durante o acordo coletivo desse ano. Entre os pedidos está o piso salarial de R$ 1.3 mil, auxílio alimentação, participação nos lucros das empresas e vale-gás.

De acordo com o Sinpospetro/MS (Sindicato dos Empregados em Postos de Serviços de Combustíveis e Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso do Sul), a convenção vence no dia 28 de fevereiro e a intenção é de que as reivindicações aprovadas passem a valer a partir de 1° de março.

O presidente do sindicato, Gilson da Silva Sá, explica que protocolou um ofício com os pedidos no sindicato patronal e agora aguarda o agendamento de uma data para a reunião de negociação. “Nesse piso que estamos reivindicando já estão considerando as perdas salariais para a inflação acumulada nos 12 meses que antecedem a data base e um aumento real de 10%", disse.

PLE – O Sinpospetro/MS também reivindica por Participação nos Lucros da Empresa. “Até que sejam estabelecidos os critérios de aferição e distribuição dos lucros ou resultados, fica assegurada, a cada empregado, na vigência da Norma Coletiva, a participação mínima correspondente a duas remunerações mensais.

Os empregados também querem que os postos de combustíveis de MS forneçam a todos eles, juntamente com o pagamento de salário, gratuitamente, até o quinto dia útil de cada mês, a título de auxílio refeição/ticket alimentação, no mínimo, o valor de R$ 10 referente a cada dia do mês correspondente.

Os trabalhadores também querem até o dia 30 dos meses de abril, julho e outubro o correspondente a um vale-gás de um botijão de gás de 13kg. O beneficio previsto nesta cláusula não terá caráter salarial, não integrando a remuneração do empregado para qualquer efeito legal.

Gilson Sá explicou a importância dessa cláusula: “muitas empresas acham que podem deixar de conceder certos benefícios por conta da nova convenção que ainda não foi fechada. Isso é inadmissível”, afirma o sindicalista.

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