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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

18/11/2013 12:27

Governo continuará política de contenção de gastos, diz secretário

Leonardo Rocha
Jader diz que política de austeridade continua no governo estadual (Foto: Marcos Ermínio)Jader diz que política de austeridade continua no governo estadual (Foto: Marcos Ermínio)

O secretário estadual de Fazenda, Jader Julianelli, afirmou que o governo estadual irá continuar sua política de contenção de gastos até o final de 2014, para arcar com as contas e projetos previstos pelo executivo.

Ele confirmou que o Estado terá que arrecadar R$ 120 milhões a mais para cobrir todos os gastos no ano que vem. “Vamos continuar segurando os custos e manter a política feita em 2012 que reduziu em 20% as despesas de todas as secretarias”, destacou ele.

Jader explicou que a intenção inicial era depois de passada a crise recompor este corte, mas decidiram continuar com a mesma política.

“Nós precisamos cumprir a LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal) e metas estabelecidas pelo Tesouro Nacional para continuar firmando convênios e parcerias com o governo federal”, ponderou ele.

O secretário ainda destaca que no final de 2014, o governo estadual precisa fechar as folhas dos 12 meses, das obras previstas, além do 13° salário e a previsão de pagamento do salário de janeiro de 2015.

“Por estes motivos continuaremos a nossa política de austeridade, sem qualquer intenção de abrir os cofres em função das eleições em 2014, diferente de outros estados que neste final do ano já estão aumentando os gastos”, salientou ele.

Jader, no entanto destaca que os investimentos nas áreas sociais, habitação e em outros setores irão continuar. Ele citou inclusive o programa MS Forte II que prevê investimentos de até R$ 3,2 bilhões no Estado até o final de 2014.



E como é que ficam os gastos com a propaganda do governo? Aqui poderia se cortar 50% pelo menos, para se investir na saúde do trabalhadores estaduais através da CASSEMS, que necessita urgentemente, de mais investimentos. Sem contar com os excessos de "gorduras" de obras superfaturadas (ex. Aquário do Pantanal) que poderiam ajudar (e muito) no reajuste salarial daqueles mesmos funcionários. É só ter vontade política!
 
Antonio Paredes em 18/11/2013 13:32:12
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