A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

19/08/2013 11:00

Incentivos vão atrair 40 indústrias e criar 2,4 mil novos empregos em MS

Edivaldo Bitencourt e Jéssica Benitez
Governador fala sobre a concessão de incentivos fiscais até 2028 (Foto: Cleber Gellio)Governador fala sobre a concessão de incentivos fiscais até 2028 (Foto: Cleber Gellio)

A prorrogação dos incentivos fiscais até 31 de dezembro de 2028 deve atrair 40 novas indústrias no setor têxtil e criar aproximadamente 2,4 mil novos empregos em Mato Grosso do Sul. A estimativa é de dirigentes do setor, que participam da solenidade na manhã desta segunda-feira (19), na Governadoria, da assinatura do termo aditivo pelo governador André Puccinelli (PMDB).

O Governo contempla as indústrias de cerâmica, revestimentos, couro, leite, têxtil, confecções, esmagadora de soja e produção de erva-mate. As empresas já contempladas pelo benefício serão beneficiadas com a extensão se apresentarem planos de expansão e sócio-ambiental até abril de 2014.

O presidente da Fiems (Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul), Sérgio Longen, estima que só no setor têxtil e de confecções, a prorrogação deve atrair 40 novas empresas ao Estado.

 

Presidente da Fiems destaca importância de desenvolver MS (Foto: Cleber Gellio)Presidente da Fiems destaca importância de desenvolver MS (Foto: Cleber Gellio)

Só a geração de empregos deverá ser ampliada em 20%, segundo estimativa do presidente do Sindivest/MS (Sindicato da Indústria do Vestuário), José Francisco Veloso. Ele explicou que são 12 mil empregos diretos gerados atualmente. Com a concessão do incentivo fiscal, serão 2,4 mil novas vagas. Veloso explica que o incentivo fiscal amplia a competividade no setor.

Presidente da Comissão de Indústria da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Paulo Corrêa (PR) elogiou o trabalho do governador. Ele disse que Puccinelli fez um bom trabalho com a Fiems em prol do desenvolvimento econômico do Estado.

Ele citou que a prorrogação do incentivo até 2028 é fundamental, já que alguns estados estão fazendo a prorrogação até 2031. “Abre oportunidades para outras empresas”, ressalta o parlamentar.

No Estado, o Governo conta com projetos de novas empresas que somam mais de R$ 20 bilhões. Só no setor de celulose e cana-de-açúcar, onde as pendências dependem da mudança na lei de compra de terras por estrangeiros, os investimentos podem chegar a R$ 15 bilhões.

SP questiona incentivo fiscal de MS e decisão fica para o plenário do STF
O ministro Joaquim Barbosa, do STF (Supremo Tribunal Federal) adotou o rito sumário na ação em que o governo de São Paulo questiona, mais uma vez, as...
Os limites do “desculpe, seu score está baixo”
Imagine a seguinte situação. Você está navegando em uma grande loja de comércio eletrônico e escolhe um novo celular para compra. Na hora do pagament...


Dentro do setor Têxtil existe um mar dividindo as empresas que atuam no segmento. Os benefícios fiscais são somente para grandes grupos econômicos. As pequenas empresas do setor não se beneficiam pelas medidas de incentivo colocadas pelo governo dentro da legislação vigente.
Só para exemplificar: Se uma pequena empresa de confecção que se encontra enquadrada no simples nacional adquirir um equipamento para modernizar ou ampliar sua produção ela não tem direito à isenção do diferencial de alíquotas sobre o bem. Se outra empresa do mesmo segmento mas se não enquadrada no Simples Nacional poderá requerer a referida isenção.
Falta sensibilidade do governo para incentivar as pequenas empresas.... A Lei 123/06 deixa alternativas para em querendo, o governo conceda a isenção. Falta ação da FIEMS
 
JOSCELI PEREIRA em 19/08/2013 11:31:43
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions