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Economia

Mamão foi alimento que mais aumentou em setembro na Capital

No geral, aves e ovos formam o grupo que mais pesou no bolso do consumidor no último mês

Por Adriel Mattos | 08/10/2021 15:59
Fruta subiu mais de 25% em um mês. (Foto: Divulgação/Ceagesp)
Fruta subiu mais de 25% em um mês. (Foto: Divulgação/Ceagesp)

O mamão foi o alimento que mais teve aumento nos preços em Campo Grande no mês de setembro. Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (8) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A variação foi de 25,81%. O limão subiu 18,12%. No geral, o grupo das frutas teve alta de 4,47%. Mas foi o grupo de aves e ovos que mais pesou no bolso no mês passado, de 5,19%.

O frango inteiro foi o item com maior alta, de 7,43%. Em seguida, aparecem frango em pedaços (6,04%) e ovo de galinha (1,37%). Já as carnes ficaram estáveis, com leve variação para cima de 0,07%.

O coxão mole subiu 3,12% e o contra-filé aumentou 1,12%. Por outro lado, peito (-2,47%), músculo (-2,45%), acém (-1,76%) e patinho (-1,61%) apresentaram queda.

A cebola foi o alimento com a maior redução nos preços, de 17,37%. Já o morango caiu 11,77%, a alface apresentou queda de 3,38% e o alho teve diminuição de 2,71%.

Inflação - Campo Grande registrou inflação de 1,25%, o quinto maior IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) medido pelo IBGE em 16 capitais. Em agosto, o número foi de 0,89%.

Puxaram a inflação em Campo Grande, os grupos de habitação e artigos de residência. No primeiro, a alta foi de 2,51%, enquanto no segundo o índice subiu 1,96%. O grupo de transportes ficou na marca de 1,57%, enquanto alimentação e bebidas registrou alta de 1,11%. Os demais grupos não passaram de 1%.

No grupo habitação, setembro registrou alta de 4,43% na energia elétrica residencial, 2,95% no preço do gás de cozinha e 2,67% nos artigos de limpeza, além de 0,82% no valor cobrado em taxas e aluguel e 0,26% em reparos diversos.

Já quanto ao grupo de artigos residenciais, se destaca a alta de 3,13% no preço dos mobiliários, de 3,45% em eletrodomésticos e equipamentos, e de 2,59% em consertos e manutenção, enquanto que no grupo de transportes, a principal alta foi de 4,29% no transporte público - gastos com combustíveis ficou em apenas 1,71%.

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