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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

23/06/2010 11:35

Novas empresas aceleram busca por mão-de-obra na Capital

Redação

A instalação de novos empreendimentos em Campo Grande e região fez a prefeitura correr contra o tempo em busca de mão-de-obra qualificada.

Tanto o prefeito Nelsinho Trad (PMDB) quanto o secretário de Desenvolvimento Econômico do município, Natal Baglioni, admitem que a cidade não está preparada no momento para receber grandes investidores.

Um exemplo são as 12 empresas têxteis que se instalarão na saída para Aquidauana e a mexicana Homex, que construirá 3.000 casas no Jardim Centro-Oeste, na saída para São Paulo, região sul da capital.

"Quando a economia está estagnada, sobra mão de obra, as pessoas acabam correndo atrás de outras coisas para sobreviver, acabam dispersando. Quando começa a aceleração da economia, que é o que está acontecendo agora no Estado, as coisas mudam", observou o secretário.

Natal enfatizou que este é um cenário estadual, não restrito apenas a Campo Grande. Ele citou a instalação de grandes empresas em Três Lagoas e a retomada das siderúrgicas de Corumbá como exemplo de aquecimento econômico em Mato Grosso do Sul.

"Mas isto está acontecendo tudo de uma vez, e o que acontece? Falta de mão de obra. E você só prepara mão de obra se você tem demanda pra ela", detalhou.

O prefeito Nelsinho Trad disse que a Funsat (Fundação Social do Trabalho) está atuando de forma intensa na capacitação de pessoas.

"Estamos trabalhando com a Funsat para que as capacitações sejam feitas de forma intensa. Também estamos trabalhando junto com a Federação das Indústrias para resolver essa questão. Mas de imediato não tem jeito, o que a gente está fazendo é tentar selecionar os qualificados", declarou, em seu gabinete.

A Homex está oferecendo mais de 500 postos de trabalho para operários da construção civil desde o fim de maio, mas até agora preencheu pequena parte destas vagas.

Ao todo, a empresa mexicana está ofertando 1400 vagas em Campo Grande.

As 12 empresas têxteis, que devem entrar em operação em 2 anos, empregarão cerca de 6 mil trabalhadores. Até lá, a prefeitura correrá contra o tempo para capacitar mão-de-obra especializada.

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