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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

17/11/2010 11:10

PIB de MS cresceu 6,4% em 2008, com R$ 33 bi

Redação

O PIB de Mato Grosso do Sul cresceu, em 2008, 6,4%, atingindo R$ 33,1 bilhões, o que representa 1,1% do valor nacional, segundo o estudo Contas Regionais 2004-2008, divulgado hoje pelo IBGE. O Estado permaneceu na 17ª posição do ranking nacional do PIB, apesar do crescimento maior que a média nacional, que foi de 5%.

Considerando apenas o percentual de crescimento, a economia de Mato Grosso do Sul teve a 8ª maior evolução no País. O destaque foi o Piauí, com um aumento do PIB de 8,8%.

Com relação ao PIB per capita, os dados do IBGE apontam que Mato Grosso do Sul registrou, em 2008, um valor abaixo da média nacional. A renda por pessoa, naquele ano, foi de R$ 14,8 mil, enquanto a média nacional foi de 15.989,75. O Distrito Federal segue com o maior valor no País, que chegou a R$ 45 mil per capita em 2008.

Setores A pesquisa Contas Regionais reforça a agropecuária como base econômica do Estado. O setor foi reponsável por 16,6% do valor adicionado ao PIB do Estado em 2008, com variação real do valor adicionado de 3,6% neste ano quando comparado a 2007.

Segundo os dados, a produção vegetal, com ampliação de 5,5% foi influenciada pelos ótimos resultados do cultivo de cereais, que cresceu 31,3%, do cultivo de cana-de-açúcar, com aumento de 32,7%.

Em contrapartida, os dados apontam que o cultivo de soja, com participação de 43,9% da agricultura, silvicultura e exploração florestal, teve queda de 13,7%. A produção animal cresceu 2,4%, puxada pela criação de bovinos, que representa 95,9% do valor agregado da pecuária e pesca.

No setor industrial, com crescimento real de 12,4% em 2008, destacaram-se os crescimentos das indústrias de transformação (11,9%), da construção civil (12,7%) e da produção e distribuição de eletricidade e gás, água e esgoto e limpeza urbana, com 15,3% de acréscimo.

Os serviços cresceram 4,7%, em termos reais em 2008, e representam 65,8% do valor adicionado do estado. Os maiores destaques foram: intermediação financeira, seguros e previdência complementar e seguridade social 16,4%; serviços prestados às empresas, 9,4%; transporte rodoviário 12,9%; e comércio 7,1%.

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