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Campo Grande, Sexta-feira, 18 de Janeiro de 2019

12/12/2018 18:07

Preços de produtos de Natal podem variar em até 276%, alerta Procon

Levantamento foi feito entre os dias 28 de novembro e 11 de dezembro, em nove diferentes estabelecimentos comerciais

Liniker Ribeiro
Estoque de panettones em supermercado de Campo Grande (Foto: Divulgação/Procon)Estoque de panettones em supermercado de Campo Grande (Foto: Divulgação/Procon)

O Procon (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor) de Mato Grosso do Sul divulgou pesquisa de preços envolvendo produtos comuns no Natal, agora em dezembro, que identificou uma variação de até 276,82% no valor de alguns itens. Ao todo, 216 produtos foram avaliados, tendo 70 apresentado variação.

Equipes se mobilizaram entre os dias 28 de novembro e 11 de dezembro e fizeram levantamento de preços em nove diferentes estabelecimentos comerciais. As principais diferenças foram identificadas em produtos cuja aquisição no período das festas de fim de ano é mais intensa.

As ameixas em caldas, por exemplo, foram encontradas a R$ R$ 2,98 em um estabelecimento e a R$ 10,98 em outro, em embalagem de 150 gramas. Outros três produtos com grande circulação – panettone, lentilha e bacalhau do porto – apresentaram variação superior a 100%.

No caso dos panettones de frutos, o valor pode chegar a uma diferença de até R$ 118,40%. Em um local, o produto foi encontrado custando R$ 11,90 enquanto em outro o preço era de R$ 21,90. A lentilha está à venda por R$ 15,99 e também pode ser encontrada por R$ 6,99 – uma diferença de 118,17%.

A variação no preço do bacalhau do porto foi de 114,17%, sendo o produto vendido a R$ 74,95 e também por R$ 34,90.

“Procuramos sempre, em períodos que antecedem as festas tradicionais, realizar a verificação de preços como forma de orientar o consumidor a adquirir produtos por preços mais acessíveis. Temos consciência de que, nessa época, há comerciantes que, visando aumentar os lucros, oferecem produtos tradicionais por preços superiores aos normais”, relata o superintendente do órgão, Marcelo Salomão.



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