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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

27/05/2010 08:06

Salários nas empresas de MS são abaixo da média nacional

Redação

A Estatística do Cadastro Central de Empresas 2008, divulgada nesta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, mostra que o número de empresas em Mato Grosso do Sul tem aumentado, assim como os empregos, mas os salários não acompanham a média nacional na maioria dos setores econômicos.

Em 2007 havia no Estado 54.732 empresas que empregavam juntas 482.937 trabalhadores. O montante de salários foi de R$ 6.207.651.000 ao passo que em 2008 o número de empresas saltou a 57.620, aumento de 5,2%, o de funcionários passou a 519.494, salto de 7,56% e os pagamentos somaram R$ 7.536.299.000, montante 21% maior.

Ocorre que em salários mínimos, a remuneração média paga pelas empresas ficou mantido em 3,1 ao passo que na média nacional é de 3,4 salários mínimos.

Os trabalhadores da Educação, por exemplo, que somam 44.042, recebiam em média 3,5 salários mínimos no Estado, frente a uma média nacional de 4,1. Nas indústrias, a remuneração média no País era de 3,6 salários mínimos, há dois anos, enquanto no Estado de 2,4.

O setor que tem a melhor remuneração em Mato Grosso do Sul é o de serviços de eletricidade e gás. Em 2008 pagava, em média 8,8 mínimos para cada trabalhador. A massa salarial foi de R$ 57.764. 000 em um universo de 1 265 funcionários de 141 empresas.

Na seqüência vêm as atividades financeiras de seguros e serviços relacionados, com média de 6,6 salários mínimos por cada um dos 6.877 trabalhadores distribuídos entre 943 empresas instaladas no Estado.

Os menores salários aparecem no setor de alojamento e alimentação, com 1,4 salário mínimo, em média e nas atividades administrativas e serviços complementares, com mais 1,7 salários mínimos em média. Juntos estes dois setores empregavam 41.928 no ano de referência.

Quanto ao crescimento do número de empresas por setor, os destaques são para a construção civil (14,15% em relação a 2007) e o de atividades imobiliárias (16%). Na agricultura e produção florestal o aumento foi de 10,54%, de 3,81% no número de indústrias e 4,39% no comércio e serviços de reparação de veículos. Quanto às empresas voltadas para a saúde humana e serviços sociais houve aumento de 7,82%. O número de estabelecimentos voltados à Educação praticamente se manteve.

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