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08/02/2011 15:12

Sindicato defende reabertura de frigoríficos após fim da ZAV

Marta Ferreira

A retomada do status de área livre de aftosa com vacinação para todo Mato Grosso do Sul, com o fim do bloqueio à carne produzida em 13 municípios da região de fronteira, pode incentivar a reabertura de seis grandes frigoríficos do Estado, que estão fechados há mais de ano por motivos variados.

É o que acredita o presidente do afirma o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação e Afins de Campo Grande e Região, Rinaldo de Souza Salomão, com base no reconhecimento dos municípios que antes formavam a ZAV (Zona de Alta Vigilância) de Mato Grosso do Sul como livres de febre aftosa com vacinação. Nessa área, o rebanho estimado supera 800 mil cabeças de gado.

“A abertura desses frigoríficos além de aquecer a economia do Estado com o mercado de exportação de carne, poderia gerar mais de 7 mil empregos em Mato Grosso do Sul”, afirma Salomão.

Ele cita como exemplo o frigorífico Independência, fechado por problemas financeiros com fornecedores e pecuaristas do Estado que, para Salomão, poderia ser arrendado para outros grupos comercializarem a carne no Estado. “Esses equipamentos estão parados, enferrujando e poderiam estar em funcionamento gerando emprego e renda”, ressaltou o sindicalista.

Os seis grandes frigoríficos fechados estão localizados em Campo Grande, Ribas do Rio Pardo, Corumbá, Aquidauana, Nova Andradina e Itaporã. “O Governo do Estado poderia intervir para que essas indústrias voltassem a produzir, abastecendo o mercado internacional que está ávido por alimentos. Nós precisamos desses 7 mil novos empregos no mercado”, insiste o sindicalista.

Histórico- Em 2001, Mato Grosso do Sul havia alcançado o status de livre de febre aftosa com vacinação pela OIE. Com o surgimento de um foco da doença, em 2005, o organismo internacional decidiu suspender esse reconhecimento. Em 2008, parte do Estado retornou à condição de área livre com vacinação, exceto a ZAV, implantada na época.

Após ações intensivas na região, em agosto de 2010, o Ministério da Agricultura encaminhou o pedido do restituição do status. A ZAV é composta por 13 municípios: Antônio João, Aral Moreira, Bela Vista, Caracol, Coronel Sapucaia, Corumbá, Japorã, Ladário, Mundo Novo, Paranhos, Ponta Porá, Porto Murtinho e Sete Quedas. Essas cidades fazem fronteira com o Paraguai e a Bolívia.

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Como podem frigorificos darem prejuízos? Salvo melhor juízo o que ocorre é o desvio do dinheiro do produto comercializado pelos empresários do ramo. Assim, o governo do estado prá salvaguardar os recolhimentos dos impostos sobre a produção editaria ou editou uma Lei que garanta esses recolhimentos tributários, expedindo-se o alvará de funcionamento somente para empresários que passariam pelo "crivo" da administração pública e com lastro (capital) suficiente para que exerçam a função industrial. Sei também que existe uma "maracutaia" no qual o industrial titular do frigorifico prá escapar do fisco e das Leis Trabalhistas (dar o calote) acaba arrendando prá terceiros o seu negócio, sob os olhares complacentes dos fiscais estaduais e federais, os bancos federais são os financiadores desse fomento e estariam envolvidos,(gerenters) pois a maior parte do Investimento são dados de mão beijada, cuja finalidade é aplicar o golpe de quebra do frigorifico. Como podem, venderem carretas e mais carretas de carne e dar prejuízos??? Ou então o que está errado, com os constantes calotes aos pecuáristas que são os mais sacrificados.
prejudicados, como repor o rebanho que foi "roubado" na cara dura? cadê a garantia e a Famasul que só emite boleto anual de cobrança que só serve prá encher seus cofres. Qual o motivo de não Editar uma Lei de diretrizes e bases que vá de encontro com os empresários honestos do ramo. Assim sendo, eu acho que tanto os desonestos e o governo andam de mãos dadas para facilitar o desvio. É fácil resolver. O imposto e as Leis trabalhistas tornam o negocio insustentável, então sugiro mudança da Lei, passando os empregados ao comissionamento e o recolhimento do INSS, somente pelo salário minimo, obrigatorio da empresa e quem quisesse uma aposentadoria maior contribuiria com um plano de previdencia. Qto aos impostos o governo poderia simplesmente aplicar o chamado de imposto Unico e seria de 1% para o municipio e estado, isto é, 0,5% prá cada. Em sintese defendo uma reorganização administrativa, pois existe inchaço de muitos funcionarios "coçando", principalmente de alto escalão vamos acabar com isso. O frigorifico é um dos principais desenvolvimento de uma região. Gostaria de fazer parte desses estudos voluntariamente e colocar à disposição.
sacrificados?
 
Gilberto Martins em 09/02/2011 08:21:35
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