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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

05/05/2011 19:43

Trabalhadores da construção civil de MS ameaçam fazer greve

Paulo Fernandes

O reajuste de 12% apresentado pelo Sinduscon-MS (Sindicato da Indústria da Construção ) não animou a categoria representada pela Fetricon-MS (Federação dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e Mobiliário), que ameaça começar uma greve nesta sexta-feira, em diversos municípios de Mato Grosso do Sul.

"Com estes valores nenhum profissional quer ficar na construção civil, pois trabalha muito, ganha pouco e vive em condições precárias de trabalho", disse o presidente da Fetricon-MS, Weberton Sudário da Silva, o Corumbá.

O pedido de reajuste apresentado pela Fetricon-MS para convenção 2011/2012 foi de 30%.

Segundo os trabalhadores, o valor oferecido pelo sindicato patronal sequer garante um piso de referência com base no salário mínimo, no próximo ano, previsto para R$ 611,00 - já negociada com as centrais sindicais e o Governo Federal.

O piso para a função de servente é de R$ 532,00, ou seja, R$ 13,00 abaixo do salário mínimo nacional. Já o pedreiro recebe a partir de R$ 723,00.

A Fetricon defende um piso de R$ 750,00 para servente e de R$ 1.100,00 para pedreiro.

O presidente da Fetricon-MS ressalta que o mercado da construção civil continua aquecido, em pleno crescimento, o que possibilita as empreiteiras e construtoras de todos os portes pagarem um piso salarial melhor para a categoria.

"Atualmente o que estamos defendendo já vem sendo praticado pelo mercado, apenas legalizaríamos o que existe informalmente", afirma.



consertesa é nescessario valorizar mais este tipo de profissão pois só assim teremos distribuição de renta neste pais, haja visto que em grande maioria dos trabalhadores da contrução civil são pobre. Sou Servente já a muito tempo e aguardo uma valorização da profissão para fazer as casas e que todos vcs moram. acreditem o pedreiro faz muita falta!!! Tanto quanto um médico para a saúde.
 
Luiz carlos em 02/08/2011 05:43:39
O que a Fetricon está tentando é que as empresas que hoje registram seus funcionários e agem corretamente, passem a pagar por diária e deixem seus funcionários se lascarem como a grande maioria faz. Na minha cidade hoje temos em torno de 100 construções em andamento, se 1% das obras tem os funcionários registrados são muitas. Coloque o salário ideal segundo eles e me conte quem vai registrar....
Temos de reconhecer o trabalho da categoria, mas colocar o piso lá nas alturas só manda mais gente para a informalidade...
E sim sou uma trabalhadora assalariada da construção civil...
 
Fabyeni Godoy em 06/05/2011 08:46:30
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