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Educação e Tecnologia

Agricultura familiar vai fornecer R$ 2,9 milhões em merenda para escolas

Semed assinou contratos com cooperativas e associação de produtores para abastecer a rede municipal por um ano

Por Ângela Kempfer | 12/08/2026 09:03
Agricultura familiar vai fornecer R$ 2,9 milhões em merenda para escolas
Pratos de merenda escolar servida para alunos da rede municipal de ensino (Foto: Divulgação)

A agricultura familiar vai fornecer quase R$ 2,9 milhões em alimentos para a rede municipal de ensino de Campo Grande. Três contratos assinados pela Semed (Secretaria Municipal de Educação) foram publicados no Diogrande desta quarta-feira (12) e têm vigência de um ano.

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A agricultura familiar vai fornecer quase R$ 2,9 milhões em alimentos para escolas municipais de Campo Grande. Três contratos assinados pela Secretaria Municipal de Educação foram publicados no Diogrande desta quarta-feira (12). Os acordos envolvem a Cooperana, a Associação de Produtores Rurais Familiares do Assentamento Conquista e a Coopermig. Os recursos são vinculados ao Programa Nacional de Alimentação Escolar.

Os acordos fazem parte da mesma chamada pública para aquisição de gêneros alimentícios destinados à alimentação escolar. Juntos, os três contratos somam R$ 2.880.407,23.

O maior deles, de R$ 1.402.647,57, foi firmado com a Cooperana (Cooperativa dos Produtores Rurais do Assentamento Nova Aliança). O segundo, no valor de R$ 1.037.632,76, envolve a Associação de Produtores Rurais Familiares do Assentamento Conquista. Já a Coopermig (Cooperativa dos Produtores Rurais da Agricultura Familiar do Mato Grosso do Sul) ficará responsável por R$ 440.126,90 em fornecimentos.

De acordo com os extratos publicados, os recursos usados nas compras são vinculados ao Pnae (Programa Nacional de Alimentação Escolar), mantido pelo FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação). A contratação foi feita por meio da Chamada Pública, homologada em 3 de julho deste ano.

Os documentos publicados no Diário Oficial não detalham quais produtos serão entregues por cada entidade nem as respectivas quantidades. As especificações estão previstas nos contratos e no termo de referência da chamada pública, que não aparecem integralmente na edição desta quarta-feira.

Os contratos estabelecem vigência de 12 meses a partir da última assinatura. No caso da Coopermig, o extrato informa prazo de um ano.