Nova regra aperta controle e pode suspender programas de residência em saúde
Norma exige autorização federal e prevê punições a instituições irregulares
O governo federal apertou o controle sobre os programas de residência em saúde e passou a prever, de forma explícita, a possibilidade de suspensão e até fechamento de cursos que apresentem irregularidades. A medida foi publicada no DOU (Diário Oficial da União) desta segunda-feira (6).
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O governo federal publicou portaria conjunta dos ministérios da Educação e da Saúde que reforça o controle sobre programas de residência em saúde, prevendo suspensão e fechamento de cursos com irregularidades. A norma exige autorização nacional para funcionamento e permite fiscalização contínua, inclusive por denúncias. Em caso de encerramento, alunos podem ser transferidos para outras instituições.
A nova portaria conjunta dos ministérios da Educação e da Saúde estabelece que instituições e programas só podem funcionar com autorização nacional e ficam sujeitos a fiscalização contínua. O texto prevê que “o funcionamento de instituições ou a oferta de programas sem o devido ato autorizativo configura irregularidade administrativa”, podendo gerar sanções.
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Pela regra, a supervisão poderá ser iniciada inclusive a partir de denúncias, com abertura de processo administrativo para apurar possíveis irregularidades. Entre as medidas previstas estão a suspensão de novas seleções, a desativação de programas e até o descredenciamento da instituição.
A portaria também define que a residência em área profissional da saúde é uma pós-graduação com duração mínima de dois anos e carga horária de 60 horas semanais.
Caso um programa seja encerrado, os alunos poderão ser transferidos para outras instituições, conforme regras estabelecidas pelo governo. A norma é assinada pelos ministros Camilo Santana e Alexandre Padilha.
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