63% não acreditam que Rota Bioceânica dê oportunidade de ganhar dinheiro
Ligação entre Porto Murtinho e Paraguai vai impulsionar exportações e movimentar até US$ 2 bilhões por ano
A maioria dos leitores do Campo Grande News não acredita que a Rota Bioceânica represente uma oportunidade de ganho financeiro. Em enquete publicada nesta terça-feira (26), 63% dos participantes responderam “não” à possibilidade de lucrar com o novo corredor internacional. Outros 37% afirmaram enxergar potencial econômico na ligação entre Brasil, Paraguai, Argentina e Chile.
RESUMO
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A Rota Bioceânica tem potencial para movimentar cerca de US$ 2 bilhões por ano em transações comerciais, segundo o ministro João Carlos Parkinson de Castro. Com 3,2 mil quilômetros, a rota conecta Brasil, Chile, Argentina e Paraguai, com entrada pelo município de Porto Murtinho. A conclusão da ponte está prevista para setembro, enquanto o acesso rodoviário brasileiro deve ficar pronto em dezembro de 2027.
Mesmo com a divisão de opiniões, a expectativa dos governos envolvidos é que a rota transforme a logística de exportação e importação na América do Sul. A previsão é de redução de custos no transporte de mercadorias e diminuição de até 15 dias no tempo de entrega para mercados asiáticos. O corredor também deve ampliar o fluxo turístico e estimular setores como comércio, hotelaria e serviços.
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A Ponte Bioceânica, entre Porto Murtinho e Carmelo Peralta, no Paraguai, deve ser concluída até setembro. Já o acesso rodoviário brasileiro tem entrega prevista para dezembro de 2027. Com cerca de 3,2 mil quilômetros de extensão, a rota colocará Mato Grosso do Sul como porta de entrada do corredor no país.
Durante agenda realizada nesta segunda-feira (25), o diplomata João Carlos Parkinson de Castro, do Ministério das Relações Exteriores, afirmou que o corredor pode movimentar aproximadamente US$ 2 bilhões por ano em transações comerciais entre o Brasil e outros países sul-americanos. A expectativa é de que o projeto fortaleça o escoamento de produtos e incentive novos investimentos na região.



