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Em enquete, metade "jura" que não furou nenhuma regra de isolamento

Boletim epidemiológico mostra que quantidade de infectados segue alta em Mato Grosso do Sul

Por Aletheya Alves | 23/09/2020 06:58
Guarda Civil Metropolitana encerrou festa no Jardim Corcovado. (Foto: Divulgação)
Guarda Civil Metropolitana encerrou festa no Jardim Corcovado. (Foto: Divulgação)

Até esta terça-feira (22), eram 64.959 contaminados pelo novo coronavírus em Mato Grosso do Sul, conforme boletim epidemiológico, e avaliação da SES (Secretaria Estadual de Saúde) é que números continuam altos devido ao último feriadão de 7 de setembro. Mesmo assim, exatamente metade dos participantes de enquete “juram” que não furou nenhuma regra de isolamento.

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Saindo de casa apenas para trabalhar, Isac Barbosa, de 54 anos, diz que continua respeitando todas as regras de isolamento. “Nada de aglomeração, ir para lugar que não tem necessidade. Nosso caminho é só de casa até o trabalho, só retornamos para a rua porque não tinha como continuar sem sair”, disse.

Preocupado com a metade da população que diz não respeitar cada detalhe, Isac conta que vê muita gente abusando do básico. “Tem gente que nem máscara está usando, fica mais complicado assim”.

Técnico em informática, Marcelo Aparecido Cunha, de 34 anos, explica que tenta se manter na linha durante a maior parte do tempo. “Acho que no início era mais forte o pensamento para seguir, mas ainda precisamos ficar espertos porque se achar que nada vai acontecer, é aí que vem o problema”.

Myllena Fontes, de 22 anos, diz que precisou sair de casa para trabalhar. (Foto: Paulo Francis)
Myllena Fontes, de 22 anos, diz que precisou sair de casa para trabalhar. (Foto: Paulo Francis)

Um pouco mais despreocupada, Myllena Fontes, de 22 anos, diz que conseguiu respeitar todas as indicações durante o primeiro mês da pandemia. “Precisei ir trabalhar depois, então não consegui ficar em casa, por exemplo. Tentei não entrar muito na pilha também”.

Na live de ontem, o secretário estadual de saúde, Geraldo Rezende, explicou que a volta dos aumentos na taxa de contágio é resultado das últimas semanas. “É resultado das aglomerações em Bonito, em Rio Verde, na Capita. A gente está vendo aí a taxa de contágio aumentando, depois de um decréscimo, devido a esse relaxamento de 14 dias atrás”.

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