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Para 84%, alimentação pesou mais no bolso ao longo do ano passado

Serviços e combustível somaram 16% na enquete do Campo Grande News

Por Gabriel Neris | 16/01/2021 07:49
Funcionária de açougue mostra peça de carne para consumidora (Foto: Kísie Ainoã/Arquivo)
Funcionária de açougue mostra peça de carne para consumidora (Foto: Kísie Ainoã/Arquivo)

Enquete de sexta-feira (15) do Campo Grande News quis saber onde você sentiu maior aumento nas contas ao longo de 2020.

Para esmagadora maioria, a alimentação foi quem mais pesou no bolso do consumidor. Confira o resultado abaixo.

Resultado da enquete de sexta-feira (Foto: Reprodução)
Resultado da enquete de sexta-feira (Foto: Reprodução)

Milton Lopes comenta que sentiu maior dificuldade de compra no açougue. Jany Oliveira é mais enfática. “Em tudo, mas alimentação foi a pior”. Marcos Júnior relata que a conta de energia é quem ficou mais cara para ele.

“Alimentação está muito alta. Carne, frutas, legumes em geral, estão caros. Conta de energia e gás também”, diz Nair Gonçalves. “Luz, água, combustível, alimentos, carne. O pagamento só vai para isso, credo”, reclama Ge Bezerra. “Tudo caro, sem exceção”, afirma Evelyne Sobreira.

As altas da carne e também da gasolina levaram a Campo Grande a maior inflação do País no acumulado de 2020.

A capital sul-mato-grossense apresentou inflação oficial de 6,85% no ano passado, maior índice entre as capitais brasileiras, de acordo com o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) divulgado no início da semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Considerando somente alimentação, o custo da cesta básica durante dezembro fechou em média de R$ 576,48, sétimo valor mais caro do Brasil, de acordo com o Dieese. O produto de alimentou fechou o ano com variação anual de 28,08%, a terceira maior alta do País.

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