Você conhece alguém que usa caneta emagrecedora sem acompanhamento médico?
Participe votando abaixo e deixe seu comentário nas redes sociais do Campo Grande News
Você conhece alguém que usa caneta emagrecedora sem acompanhamento médico? O noticiário recente mostra que o fenômeno deixou de ser raridade e entrou no repertório de irregularidades de fronteira e contrabando que desafiam autoridades e põem vidas em risco.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
A Polícia Federal apreendeu 175 canetas emagrecedoras contrabandeadas na fronteira com o Paraguai, em Ponta Porã. A carga, avaliada em R$ 142 mil, não possuía documentação legal, resultando na prisão do motorista. Fiscalizações nos Correios de Campo Grande também identificaram milhares de embalagens de substâncias como tirzepatida e semaglutida. A Secretaria Estadual de Saúde alerta para os riscos à saúde do uso desses medicamentos sem prescrição médica e registro na Anvisa.
Na rota de Ponta Porã, na faixa de fronteira com o Paraguai, a Polícia Federal flagrou uma carga com 175 canetas emagrecedoras contrabandeadas sem qualquer documento ou comprovação de origem legal. Produtos estavam avaliados em cerca de R$ 142 mil e o motorista foi preso em flagrante.
- Leia Também
- Emagrecedores são nova muamba de envio ilegal pelos Correios em MS
- Casal é preso transportando 35 caixas de medicamentos emagrecedores
Além disso, fiscalizações nos Correios de Campo Grande identificaram milhares de embalagens de tirzepatida, semaglutida e outras substâncias usadas nessas “canetas” e ampolas, despachadas por remessas informais e sem registro sanitário.
A SES (Secretaria Estadual de Saúde) alertou que medicamentos desse tipo sem prescrição, sem registro na Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e comercializados por canais informais representam risco grave à saúde, incluindo infecções e intoxicações.
A fronteira com o Paraguai virou rota para brasileiros buscarem versões de canetas emagrecedoras que, lá, podem ser compradas sem a mesma fiscalização sanitária brasileira. Versões sem regulamentação são traficadas e vendidas em redes sociais e grupos de mensagens, alimentando um mercado “paralelo” fora de qualquer controle médico.


