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Esportes

Com formato “bolha”, Capital pode perder Liga das Nações de Vôlei

Federação Internacional da modalidade afirma que mudança é para proteger atletas e envolvidos na competição por causa da pandemia

Por Gabriel Neris | 26/01/2021 11:18
Disputa entre Taubaté e Cruzeiro pela Supercopa, em outubro do ano passado, no Guanandizão (Foto: Paulo Francis/Arquivo)
Disputa entre Taubaté e Cruzeiro pela Supercopa, em outubro do ano passado, no Guanandizão (Foto: Paulo Francis/Arquivo)

A FIVB (Federação Internacional de Voleibol) anunciou que a Liga das Nações 2021 ocorrerá em formato “bolha”, quando todos os jogos ocorrem em uma mesma sede. A mudança, ainda por conta da pandemia da covid-19, deve tirar Campo Grande do páreo.

A capital sul-mato-grossense havia sido escolhida para receber jogos da seleção brasileira no meio do ano passado, contando com a reabertura do ginásio Guanandizão, mas a disputa foi cancelada no início da pandemia.

Meses depois foi confirmada a edição 2021 e Campo Grande teve preferência na escolha da sede da competição. Os jogos estavam previstos para 4 a 6 de junho deste ano.

Em outubro do ano passado, o ginásio Guanandizão foi reaberto com jogos da Supercopa de Vôlei masculino e feminino.

No comunicado desta terça-feira (26), a Federação Internacional afirma que decidiu pelo formato bolha, semelhante ao que a NBA fez com basquete americano ainda no ano passado – quando reuniu vários times em Orlando –, para “garantir a saúde de todos os atletas e partes interessadas”.

“O conceito da bolha protegerá a saúde de todos os participantes acomodando todas as 16 equipes por gênero em um país em um ambiente seguro com testes covid-19 frequentes, minimizando significativamente o risco de transmissão do vírus”, diz o comunicado.

A FIVB ainda afirma que conversará com os representantes dos países envolvidos para decidir sobre a sede.

Procurado pelo Campo Grande News, o presidente da Federação Estadual de Voleibol, José Eduardo Amâncio da Mota, afirmou que não houve nenhum contato da entidade sobre a mudança. A CBV (Confederação Brasileira de Voleibol) também foi procurada, mas ainda não se manifestou sobre o caso.

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