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Campo Grande, Quarta-feira, 19 de Setembro de 2018

26/02/2018 09:55

Julgamento de envolvidos em pancadaria será em 1º de março

Confusão aconteceu durante jogo entre Comercial e Operário, no Morenão, e envolve jogadores e funcionários do Galo

Liniker Ribeiro
Jogador foi flagrado espancado gandula após o Operário sofrer gol no clássico (Foto: Reprodução/TV Morena)Jogador foi flagrado espancado gandula após o Operário sofrer gol no clássico (Foto: Reprodução/TV Morena)

A Justiça Desportiva de Mato Grosso do Sul marcou para o dia 1º de março o julgamento da denúncia de agressão ao gandula de 19 anos, espancado durante o jogo entre Comercial e Operário, pela série A do Campeonato Estadual, no último dia 18 de fevereiro. Os envolvidos, entre eles o atacante Jéferson Reis e o massagista Raul dos Prazeres, foram intimados a comparecer à sessão.

A ação envolvendo jogadores e funcionários dos times que disputavam a rodada foi filmada durante o jogo e as atenções agora estão voltadas para as consequências do episódio. A sessão será realizada pela 1.ª Comissão Disciplinar do Tribunal de Justiça Desportiva da Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul, às 18h.

Além de Jéferson e Raul, devem comparecer ao julgamento o atacante do Operário Rodrigo Gral, dirigentes dos dois times, o jogador Jéferson da Silva Rodrigues, do Comercial, e o próprio gandula, Tadeu Francisco Kutter Júnior.

Súmula da partida - O relatório feito pelo árbitro da partida, Paulo Henrique Salmázio, publicada na última segunda-feira (19), aponta que dois gandulas foram agredidos por jogadores do Operário. Um deles foi Tadeu, considerado o caso mais grave.

Pelas imagens gravadas durante a agressão é possível identificar Jéferson como o agressor do gandula. Outro jogador do Galo citado é Rodrigo Grahl que, segundo a súmula do árbitro, chutou outro gandula, identificado como Éwerton Silva de Oliveira.

Grahl se manifestou pela primeira vez na noite do dia seguinte a confusão, por meio de uma publicação no seu perfil oficial no Instagram. “Sou capitão, líder, experiente e não iria agora com quase 41 anos deixar isso manchar meu currículo. Não existe agressão citada por eles”, escreveu o jogador.

Afastado do time desde o episódio, o atacante Jéferson teve seu contrato rescindido com o clube, segundo informou a diretoria do time no dia 22 de fevereiro. Para o presidente do Operário, Estevão Petrallas, o jogador recebeu bem a decisão.“A rescisão foi em comum acordo, até porque a pena deve ser alta”, relatou ele na ocasião.



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