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09/09/2015 06:00

Além do Gaeco, 8 promotores investigam mega escândalo

Edivaldo Bitencourt

Inédita – A Comissão de Ética da Câmara Municipal terá uma missão inédita: julgar um terço dos integrantes do legislativo. Dos 29 vereadores, nove podem ser cassados por quebra de decoro e por ter articulado a suposta compra de votos para cassar o mandato de Alcides Bernal (PP).

Dobradinha – Os vereadores João Rocha (PSDB) e Chiquinho Telles (PSD) repetem a dobradinha na Comissão de Ética e na Comissão Processante. A dupla vem ganhando papel de protagonista nos processos que vão definir o futuro de nove vereadores e do prefeito afastado Gilmar Olarte (PP).

Justiça – A Justiça sepultou o sonho da advogada Jaquelina Romero se tornar vereadora. Ela ingressou com pedido para assumir a vaga de Waldeci Chocolate (PP). Jaqueline foi aliada de Alcides Bernal (PP) e de Gilmar Olarte (PP).

Dificuldade – O prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP), já reconhece que terá dificuldade em cumprir a lei e pagar o reajuste de 13,01% aos professores. A decisão sobre a legalidade da greve e a exigência da categoria será decidida nesta quarta-feira pelo Tribunal de Justiça.

Médicos – A concessão do reajuste aos professores vai abrir uma nova frente para a administração municipal. Os médicos também querem reajuste de, pelo menos, 8,5%, que equivale a inflação registrada nos últimos 12 meses. O mesmo índice é pleiteado pelos enfermeiros e pelos demais funcionários municipais.

Atraso – Os servidores da Assembleia Legislativa se queixaram do atraso no pagamento dos salários, que só ocorreu ontem. Eles fizeram um protesto no legislativo estadual com apitos, buzinas e mega fone. O problema prejudicou quem recebia pelo Banco Santander.

Falha técnica – O presidente da Assembleia, deputado estadual Junior Mochi (PMDB) explicou que houve uma falha técnica. O dinheiro foi depositado na sexta-feira. No entanto, só os funcionários com salário no HSBC receberam em dia. Zé Teixeira, primeiro-secretário, considerou o protesto um exagero.

Gaeco – Os depoimentos no Gaeco, na Operação Coffee Break, serão retomados nesta quarta-feira. O órgão vai ouvir sete pessoas de hoje até sexta-feira. A ação é focada na compra de votos para cassar o mandato de Bernal.

Força- tarefa – Além do Gaeco, o Ministério Público Estadual continua a investigação em outra frente. Oito promotores comandam a investigação que mira os contratos firmados pelas empresas Proteco, Itel Informática e aliadas com o Governo estadual e com a prefeitura da Capital.

Desgaste – O prefeito Alcides Bernal encontrou, nesta terça-feira, mais um fato para desgastar o antecessor, Gilmar Olarte. E a assessoria fez questão de só liberar imagens sobre a merenda estragada durante a greve, após a chegada do progressista, que expõe o problema in loco.

(colaboraram Antonio Marques, Leonardo Rocha, Paulo Yafusso e Ricardo Campos Jr.)

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