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André e Trad empatam; Riedel tem a menor rejeição

Por Anahi Zurutuza e Adriel Mattos | 09/05/2022 06:00
De frente para o deputado estadual Paulo Corrêa, André Puccinelli e Eduardo Riedel (de gravata amarela) no estacionamento da Assembleia Legislativa. (Foto: Direto das Ruas/Arquivo)
De frente para o deputado estadual Paulo Corrêa, André Puccinelli e Eduardo Riedel (de gravata amarela) no estacionamento da Assembleia Legislativa. (Foto: Direto das Ruas/Arquivo)

Cenário - Pesquisa do Instituto Ranking, divulgada neste domingo (8), mostra como cenário da disputa eleitoral em 2022 começa a se desenhar em Mato Grosso do Sul. Os 4 nomes mais pontuados estão praticamente embolados. Na pesquisa espontânea, quando o eleitor é questionado sobre em que vai votar, mas não recebe a lista de opções, André Puccinelli (MDB) aparece com 16,6% das intenções de voto, Marquinhos Trad (PSD) tem 15,20%, Rose Modesto (União Brasil), com 12,30% e Eduardo Riedel (PSDB), 10%.

Rejeição – André e Marquinhos também têm as maiores rejeições. Conforme a pesquisa, 22,50% dos entrevistados não votariam no ex-governador e 15% rejeitam o ex-prefeito da Capital. Neste quesito, Riedel é quem mais tem chance de conquistar o voto dos eleitores ainda indecisos, porque somente 3,20% negam a possibilidade de votar no candidato tucano. A rejeição dele é menor que do candidato do PRTB, Renan Contar (5,50%), da candidata pelo PT, Giselle Marques (5,20%) e que de Rose Modesto (3,50%).

Presidência – Segundo a pesquisa, se as eleições fossem hoje, o presidente Jair Bolsonaro (PL) receberia o maior percentual de votos em Mato Grosso do Sul, 32%. Já o ex-presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), conquistaria 24,10% dos eleitores sul-mato-grossenses. O Ranking traz Simone Tebet (MDB-MS), estreante na disputa pelo Planalto, como nome mais forte que o do ex-presidenciável, Ciro Gomes (PDT) – ela com 2,80% das intenções de voto e ele com 1,80%.

Senado – Ainda de acordo com o levantamento, a ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristina (PP), seria eleita senadora por Mato Grosso do Sul, com 15,60% das intenções de voto na pesquisa espontânea e 28,70% na estimulada (quando a lista de candidatos é apresentada aos entrevistados).

Câmara – Para as oito vagas de deputado federal que Mato Grosso do Sul têm na Câmara, o Ranking mostra que Beto Pereira (PSDB) e Vander Loubet (PT) garantiriam a reeleição. Nos primeiros lugares, também aparecem nomes como o do ex-secretário de Saúde, Geraldo Resende (PSDB), do vereador da Capital Juari Lopes Pinto, o Professor Juari (PSDB) e do ex-deputado federal, Carlos Marun (MDB). Os percentuais de intenções de votos variam de 0,03% a 2%.

Assembleia – Nas 10 primeiras posições da pesquisa de intenções de votos para a Assembleia Legislativa, estão Paulo Corrêa (PSDB), Marçal Filho (PP), Márcio Fernandes (MDB), Lucas de Lima (PDT), Neno Razuk (PL), João Henrique Catan (PL), José Carlos Barbosa (PP), Gerson Claro (PP), Paulo Duarte (PSB) e Lídio Lopes (Patriota). Ainda de acordo com o Ranking, o Legislativo estadual teria cinco estreantes se as eleições fossem hoje. São 24 vagas no total.

Aprovação – A pesquisa também traz os índices de aprovação do presidente Jair Bolsonaro e do governador Reinaldo Azambuja. Para 35% dos eleitores sul-mato-grossense, o atual presidente faz uma administração “boa ou ótima” e 30% o considera “ruim” como gestor. Quando perguntados se aprovam ou não o governo Bolsonaro, 53% respondeu que “sim”. Já a gestão Reinaldo Azambuja tem 43% de “bom e ótimo”, com aprovação que chega a 65,10%.

A pesquisa – Segundo o instituto, foram entrevistados 3 mil eleitores com mais de 15 anos em 30 municípios de Mato Grosso do Sul, entre os dias 2 e 06 de maio de 2022. A margem de erro máxima estimada foi de 1.8 pontos percentuais, para mais ou para menos.

“Big Brother” – O Governo de Mato Grosso do Sul vai pagar R$ 1,4 milhão à Fortwest Segurança para atuar no Bioparque Pantanal. Além de ceder guardas, a empresa fará a vigilância por câmeras 24 horas por dia.

Troca – A uma semana da eleição suplementar, o candidato à prefeitura de Angélica, Roberto Cavalcanti (União), teve que trocar seu companheiro de chapa. Roberto Maran não teria se filiado a tempo ao PSB, como apontou os advogados do adversário, o prefeito interino Geraldo Rodrigues, o Boquinha (PSDB). A Justiça Eleitoral determinou a troca e entrou na chapa Cleber Luiz Graciano, mais conhecido como Cleber Verdureiro, também do PSB.

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