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Após denunciar homofobia, capitão pede aval da PM para falar

Por Nyelder Rodrigues, Silvia Frias e Caroline Maldonado | 21/07/2021 06:00
Felipe Joseph, em entrevista quando ainda era tenente e comandava a Companhia de Trânsito (Foto: Campo Grande News/Arquivo)
Felipe Joseph, em entrevista quando ainda era tenente e comandava a Companhia de Trânsito (Foto: Campo Grande News/Arquivo)

Regrado - Preso após denunciar um caso de homofobia no WhatsApp, o capitão da PM (Polícia Militar), Felipe dos Santos Joseph, foi protagonista da história divulgada na imprensa, mas em nenhum momento pôde falar sobre a situação, obedecendo as normas da corporação. Coube a seu advogado falar por ele a todo momento.

Autorização - Porém, o capitão não pretende se manter calado por muito tempo: ele e seu advogado entraram com pedido ao comandante-geral da PM para que ele possa se manifestar publicamente sobre sua prisão e também sobre fatos anteriores e posteriores a isso. Agora, ele aguarda o aval da chefia militar para tal.

Justificativas - Para conseguir ter o pedido atendido, na solicitação Joseph argumenta que nunca na história sul-mato-grossense um oficial foi preso em flagrante delito e sequer houve também uma prisão nas dependências do Palácio Tiradentes, sede da corporação no Estado. O pedido foi entregue ontem (20).

Boas novas - Pesquisa da CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo) mostrou que a confiança do empresário campo-grandense tem aumentado neste ano, apesar da pandemia de covid-19. O índice alcançou 113,6 pontos em julho, ante os 113,3 de junho. Em relação ao mês de julho de 2020, a variação é de 50,3%.

Dinheiro em caixa - Polêmico na votação, o projeto que autoriza abertura de crédito de R$ 5 milhões para Secomp (Secretaria Executiva de Compras Governamentais) foi sancionado pela prefeitura de Campo Grande e a nova posta já poderá dispor do recurso.

Licitações - A Secomp foi criada na começo do ano, incorporando a antiga Dicom (Diretoria-Geral de Compras e Licitação), sob a titularidade de Ralphe da Cunha Nogueira. A pasta é responsável por coordenar, gerenciar e executar as demandas de procedimentos licitatórios realizados pelo Poder Público municipal.

De olho - Na votação, vereadores contrários ao crédito questionaram a origem dos recursos e o aumento de despesas, enquanto os favoráveis justificaram que era apenas adequação à lei. Os contrariados prometeram fiscalizar os gastos.

Na moda - A Câmara Municipal entrou na onda dos memes para explicar como funciona o trabalho dos vereadores. Nas redes sociais, vídeos falam sobre o significado de termos técnicos. A ideia é deixar os temas divertidos para que sejam melhor entendidos.

Não é férias - Tem até programete no ar. Kelson Carvalho e outros assessores apresentam o Descomplicando, que no primeiro explica que o recesso parlamentar não é férias, e sim um período sem sessões ordinárias ou audiências.

Cadê? - Em tese, nesse período os gabinetes devem funcionar normalmente. Contudo, quem assiste ao vídeo vê a presença de vários servidores, mas sente falta do movimento de parlamentares na Casa. O recesso esse ano vai até o dia 1º de agosto.

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