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04/07/2015 07:00

Aposentadoria de R$ 6 mil após oito anos de trabalho

Edivaldo Bitencourt

Estrago – A ação popular de Daniel Martins Carvalho poderia ter feito um estrago muito maior. Na ação popular, ele pediu a anulação da aposentadoria de 57 pessoas, que foram ou são deputado estaduais. No entanto, a Justiça só aceitou o pedido parcialmente e cancelou sete aposentadorias “irregulares”.

Famosos – No pedido, a ação cita deputados já falecidos, como Zenóbio dos Santo e Nelson Trad. Ele também citou famosos, como Gandi Jamil e Marilu Guimarães. A sentença não transitou em julgado e cabe recurso ao Tribunal de Justiça, ao STJ e até ao STF.

Regalia – Enquanto um cidadão comum precisa contribuir por 35 anos e ter 65 anos de idade para ganhar R$ 4,6 mil por mês, 28 ex-deputados estaduais recebem R$ 6 mil mensais. E o melhor, para eles, após contribuir por apenas oito anos. Essas aposentadorias não foram anuladas porque são "legais". 

Campanha – Os prefeitos de Mato Grosso do Sul estão preocupados com os reflexos da crise na popularidade. De olho nas eleições de 2016, eles decidiram fazer uma “ampla” campanha de esclarecimento à população. O objetivo é explicar o papel de cada esfera – federal, estadual e municipal.

"Boi de piranha" – O prefeito de Anastácio, Douglas Figueiredo, prefere ser mais direto. Ele acha que um dos principais culpados pela crise é o Congresso Nacional, que aprova os benefícios, mas não aponta a fonte de receita. Como exemplo, citou o piso nacional da educação.

Férias – Em meio a crise financeira da prefeitura da Capital, dois secretários estarão de férias. Responsável pela arrecadação, o secretário municipal de Receita, Ricardo Vieira Dias, ficará de folga por 30 dias neste mês. A pasta ficará sob o comando do adjunto, Antônio Roberto Jurgielewicz Gomes.

Férias 2 – Outro que vai ter uma folga da crise é o secretário municipal de Planejamento, Finanças e Controle, André Scaff. Responsável pelos gastos, ele passa a tesoura para o adjunto, Ivan Jorge, na segunda quinzena deste mês.

Orçamento – Os deputados estaduais devem correr contra o tempo para analisar a Lei de Diretrizes Orçamentárias. O governador Reinaldo Azambuja só enviou na quinta-feira o projeto, que prevê orçamento de R$ 13,9 bilhões em 2016. O legislativo só entra em recesso após aprovar a matéria.

Em dia – O prefeito da Capital, Gilmar Olarte (PP), decidiu afastar, definitivamente, os boatos sobre eventual atraso de salários dos servidores municipais. Ao ser questionado, ele anunciou que o depósito será feito na segunda-feira.

Assessora – Jornalista deu um sermão na secretária municipal de Assistência Social, Janete Belini. Além de invadir a entrevista, ela deu sermão na titular da pasta por estar falando com jornalista sem autorização. E não se incomodou em deixar a integrante do primeiro escalão ainda mais nervosa e aflita com o protesto dos motoristas, que reclamaram do atraso no pagamento da hora extra.

(colaboraram Antonio Marques e Flávia Lima)

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Nenhuma aposentadoria pode ser considerado ilegal só por ser alto, mas deve existir uma logica. E esta logica deve ser: em medio nenhum plano de previdência deve gerar prejuizo ao errario. Ou seja: para qualquer cidadão, o valor do possivel aposentadoria, sendo o valor mensal multiplicado com o numero de meses de possivel sobrevivência, deve ser igual ao valor dos premios pagos. Alias, é este a razão do fator previdenciaria, que eu acho corretissimo. Pois: receber mais do que você pagou implica outra pessoa pagar mais do que vai receber. O que é errado.
Não tenho problema com politico receber pensão, mas se eles só pagam 4 ou 8 anos tipo 10 % dos seus vencimentos, é impossivel que isso gera direito a uma aposentadoria de mais do que uns R$ 500 por mes, dependendo da idade. Só isso.
 
Marc em 04/07/2015 23:15:42
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