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Jogo Aberto

Assaí vai ter unidade onde tiver Atacadão

Por Edivaldo Bitencourt | 21/08/2013 06:00

Guerra francesa – A guerra entre os grupos francês Carrefour e Cassino chegou a Campo Grande. As duas redes controlam, respectivamente, o Atacadão e o Assaí. Agora, o atacarejo da rede Pão de Açúcar, controlado pelo Cassino, chegou com tudo em Campo Grande e promete disputar espaço com o mais tradicional atacado na Capital.

Mais Assaí – Após inaugurar a primeira unidade em Campo Grande, o Pão de Açúcar começou o projeto para construir a segunda unidade, na saída para Cuiabá, perto do Terminal Nova Bahia. O terceiro será na Avenida Duque de Caxias, na saída para Aquidauana. O Assaí fica estrategicamente colocado perto de uma bandeira do Atacadão.

É hoje – Pecuaristas sul-mato-grossense se movimentam para eleger, nesta quarta-feira, a nova diretoria da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul). Francisco Maia, que já enfrentou disputa acirrada em outros tempos, vai ser reconduzido por unanimidade.

Cadê ele? – O famoso deputado federal Marcos Feliciano sumiu do mapa após a repercussão das declarações contra os homossexuais. Alvo de protesto onde aparece, o deputado chegou a agendar participação para ato em defesa da família e contra o casamento gay na Capital. Como seria alvo de novo protesto, ele desistiu da viagem e nem agendou nova data para conhecer a Cidade Morena.

Mais polêmica – Se a questão é polêmica, os evangélicos vão contar com o pastor Silas Malafaia. Ele não tem papas na língua e fez declarações polêmicas contra o casamento homossexual. Mas a Marcha para Jesus não ficará centrada em polêmicas, mas deverá contar com músicos de renome nacional, como André Valadão.

Por falar em fé – Irritado com a ofensiva dos vereadores Paulo Siufi (PMDB) e Elizeu Dionísio (PSL), o prefeito Alcides Bernal (PP) decidiu reagir no Facebook. Seguindo a linha do evangelho, ele disse que não desejar mal aos “algozes”. “Coloco-os nas mãos de Deus e na do povo”, afirmou, em postagem de segunda-feira à noite.

Touros – O empresário Antônio João Hugo Rodrigues voltou a especular sobre os rendimentos do prefeito da Capital. Ele contou que Bernal comprou dois touros em leilão que participou no fim de semana. O empresário não perdeu a oportunidade de colocar dúvida sobre o lugar onde os bovinos serão criados.

PMDB - O prefeito não é o único que precisa unificar o discurso. A grande base de oposição também não vem falando a mesma língua. A situação mais complicada é o PMDB, principal partido de oposição, que estranhou as trocas de elogios recentes entre o vereador Edil Albquerque e o prefeito. Os peemedebistas fizeram reunião para enquadrar o ex-vice-prefeito.

Bernal – O prefeito também reuniu-se com a base aliada de nove parlamentares, no mesmo horário, para unificar o discurso. Líder do prefeito, Marcos Alex, sempre otimista, aposta na unificação da pequena base. Bernal sonha em amplia-la para, pelo menos, mais três integrantes até o fim deste ano.

Guerra – Na verdade, oposição e base aliada se preparam para o confronto final da CPI do Calote. O grande debate será sobre a criação da tal da Comissão Processante, que pode levar a cassação do prefeito Alcides Bernal. Para cassar Bernal, a oposição precisa estar unida, 20 votos. Para evitar a cassação, a base de Bernal só precisa de mais um vereador. Então, é a guerra por um a mais.

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