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Jogo Aberto

Atestado de óbito de Name é ato final de narrativa policial de MS

Por Silvia Frias, Anahi Zurutuza, Gabriela Couto e Nyelder Rodrigues | 12/07/2021 06:00
Campo Grande News - Conteúdo de Verdade

Cai o pano - No teatro, a expressão é usada para o momento em que se desce a cortina após o final de um ato ou conclusão da peça. Nos 13 processos abertos contra Jamil Name, a narrativa policial, recheada com milhares de paginas de acusação, contestações e violência tem como sua folha derradeira o atestado de óbito do homem considerado chefe de milícia em Mato Grosso do Sul.

Vida e morte - No documento, um brevíssimo resumo. No dia 27 de junho, às 18h20, Jamil Name morreu de choque séptico, sepse de foco pulmonar, pneumonia, covid-19 e doença renal crônica agudizada, no Hospital Wilson Rosado, em Mossoró (RN). Aos 82 anos, deixou esposa e dois filhos, um dele, Jamil Name Filho, o "Jamilzinho", que o acompanhou na prisão, até a transferência para hospital, com agravamento da covid-19.

Vacinado – Depois de 5 meses internado ano Hospital Israelita Albert Einsten, em São Paulo (SP), em tratamento contra a covid-19, o vice-governador Murilo Zauith pisou em Mato Grosso do Sul num dia e se vacinou no outro. Ele recebeu no dia 7 de julho uma dose da vacina da Pfizer.

Debilitado – Murilo chegou a um dos postos de vacinação de Dourados em cadeira de rodas e conversando com os funcionários que trabalham na aplicação. A coluna apurou extraoficialmente que ele ainda faz tratamentos pós-covid, que inclui fisioterapia para recuperar o tônus muscular.

Cringe -  A discussão nacional sobre o voto impresso foi um dos tema da "prévia das prévias" do PSDB neste fim de semana. O governador Reinaldo Azambuja afirmou que vai solicitar que a votação para escolha do representante tucano na corrida presidencial, no dia 21 de novembro, seja por meio de urna eletrônica. "Urna é tecnologia. Cédulas são retrocesso."

Pesquisas - No encontro, Reinaldo mandou recado para quem já tenta traçar cenário, nacional quanto regional do que virá nas eleições. “Se pesquisa valesse alguma coisa, eu não estaria eleito, não teria sido nem prefeito. Pesquisa válida é aquela que apresenta respostas nas urnas”, disparou.

Pontapé inicial -  Além de Doria, outro presidenciável também voltou os olhos para o Estado. O movimento "Agora é Ciro" de Mato Grosso do Sul inaugura comitê suprapartidário em Campo Grande nesta segunda-feira (12), com adesivaço a partir das 14h, no bairro Vilas Boas. Esta é a primeira ação em prol da campanha do presidenciável do PDT, Ciro Gomes, no Estado.

Também são gente - Os gamers tem algo a comemorar em Campo Grande: é a aprovação de lei que equipara os direitos dos praticantes dos chamados e-Sports - os esporte eletrônicos, disputados em vídeo games - aos mesmos de atletas. O projeto ainda ainda deve passar por segunda votação na Câmara Municipal antes de ir para sanção do prefeito.

Mas já? - Nem sequer saiu a licitação para a construção da ponte sobre o rio Paraguai e Porto Murtinho já pode receber o título de "Portal da Rota Bioceânica". O projeto é do deputado Márcio Fernandes, que se antecipou às obras para dar um apelido ao local.

O que é isso? - A prisão do ex-diretor do Ministério da Saúde, Roberto Dias, na sessão da CPI da Pandemia no Senado, desagradou o juiz aposentado Odilon de Oliveira, que fez questão de deixar sua opinião em grupo de WhatsApp.

Não pode - "Absolutamente abusiva a prisão. Só se pode adotar medidas penais ou processuais, por falso testemunho, quando se julga o processo onde a pessoa prestou depoimento", declarou Odilon, que em seguida ainda disse que Dias poderias processar a União e o presidente da comissão, Omar Aziz (MDB), por danos morais.

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