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22/12/2016 06:00

Clima na Assembleia termina pior que começou

Leonardo Rocha e Alberto Dias

Pauleira - O último dia de votação na Assembleia Legislativa não foi tão tranquilo, como no restante do ano. Os servidores e representantes de sindicatos já deram uma prova de que o ano que vem vai ser de conflito.

Bate boca - Os servidores foram reclamar de um projeto que autoriza a renegociação da dívida do Estado, com a União. O protesto antecipa a discussão das reformas que irão ocorrer em 2017. Os deputados João Grandão (PT) e Renato Câmara (PMDB) trocaram farpas sobre o assunto. Em lados opostos, o peemedebista não permitiu que o petista comentasse durante seu discurso.

Pulso firme - O deputado Onevan de Matos (PSDB) reclamou que as vaias e gritos dos protestantes estavam atrapalhando os oradores. Ele pediu respeito e ainda solicitou um "pulso mais firme" do presidente da Assembleia. Mochi, em vários momentos, interrompeu a votação dos projetos, pedindo que os servidores permitissem a fala e voto dos colegas, até ameaçou suspender a sessão, mas prosseguiu até o final.

Rapidinho – A suspensão do aumento de salários para o prefeito, vice, secretários e procurador deve gerar “economia” de R$ 32 milhões por ano aos cofres do Município, segundo estimam os vereadores, que aprovaram congelamento de seus salários em R$ 15 mil durante sessão extra que durou menos de meia hora.

Congelado não - E os vereadores gostam de dizer que diminuíram e não congelaram os salários, já que poderiam ganhar R$ 19 mil a partir de 2017, por conta de lei aprovada há 2 anos, o que representa R$ 4 mil a mais que agora.

Presente – O prefeito eleito, Marquinhos Trad (PSD), não assumiu ainda, mas já esteve cinco vezes na Câmara Municipal para despachar com os parlamentares. Para o presidente da Casa, João Rocha (PSDB) isso mostra que a relação do Executivo e Legislativo está mudando.

Amigos? – A Câmara formou, inclusive, uma equipe para acompanhar e ajudar na transição de Trad. “Harmonia e entendimento você faz com atitude, não com palavras. E as ações mostram que mudou o relacionamento, o que nunca deveria ter sido diferente”, ponderou Rocha.

Irritados – O tucano garantiu que haverá concurso público nos próximos meses, mas não gostou de ser questionado sobre o excesso de comissionados apontados pelo MPE. “Não tem excesso, quem diz o que precisa somos nós. Essa história de intervenção de poderes me irrita”, reclamou.

Reclamação - A Prefeitura de Campo Grande contesta nota publicada ontem no Jogo Aberto, sobre a obrigatoriedade de recursos provenientes de depósitos judiciais serem usados apenas para pagar precatórios e não salários ou dívidas do Executivo.

Para dívidas - A assessoria de Alcides Bernal afirma que os precatórios já foram pagos. Por isso, os “depósitos judiciais têm de ser devolvidos aos cofres municipais e podem ser utilizados para pagar salários, contas”.

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