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Cúpula do MDB sai de reunião sem estratégia para 2022

Por Adriel Mattos, Nyelder Rodrigues e Guilherme Correia | 26/10/2021 06:00
Presidente estadual do MDB, Junior Mochi. (Foto: Kísie Ainoã)
Presidente estadual do MDB, Junior Mochi. (Foto: Kísie Ainoã)

Analisando – O MDB reuniu seus principais nomes na segunda-feira (25), para analisar a pesquisa qualitativa visando as eleições de 2022. A expectativa da cúpula acabou se confirmando, de que o ex-governador André Puccinelli é o que tem mais força para disputar o Governo do Estado.

Agora não – Porém, as estratégias de campanha ainda não foram definidas, muito menos eventuais alianças. “Vamos convocar uma pessoa para conduzir o marketing da campanha do André e ver o melhor momento de definir chapas e a possibilidade de alianças”, disse o presidente estadual do MDB, Junior Mochi.

Repeteco – Mesmo já tramitada no Congresso recentemente e sancionada nacionalmente pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido), lei proibindo a eutanásia de cães e gatos pelo CCZ (Centro de Controle de Zoonoses) - exceto em casos doenças graves e incuráveis - foi proposta na semana passada pelos vereadores André Luís Soares (Rede) e Marcos Tabosa (PDT).

Late, late – Já o vereador Valdir Gomes (PSD) propôs sejam colocadas obrigatoriamente placas indicativas de "cuidado, cão bravo" nas casas com cachorros. Os indicadores devem ficar nos muros, grades e portões da residência.

Polêmica vazia – Adeptos das causas que geram burburinho, Tiago Vargas (PSD) volta a atacar na Câmara Municipal com novo projeto, agora tentando desobrigar o uso de máscara facial no período de pandemia de covid-19 em Campo Grande. Pessoas mais próximas do parlamentar afirmam que na gaveta há mais projetos como estes.

Hospitais ligados – Enquanto isso, Roberto Santana, o Betinho (Republicanos), prefere focar em outras situações. Diante das seguidas quedas de energia elétrica em Campo Grande, causadas pelas tempestades atípicas, ele quer obrigar em lei que unidades de saúde com centro cirúrgico possuam geradores para sustentar o atendimento, mesmo com o fornecimento regular de energia interrompido.

Traz o champanhe – Durante a live periódica para divulgação do boletim da covid-19, na segunda-feira (25), o secretário de estado de Saúde, Geraldo Resende, comemorou os índices levantados pelo epidemiologista Wanderson de Oliveira, que indicam que Mato Grosso do Sul é o único estado com baixo risco de transmissão da covid, muito por conta do avanço na vacinação.

Ele é bom – Resende lembrou que o pesquisador compunha a equipe técnica do ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM). O também ex-secretário de Saúde de Campo Grande, primo do atual prefeito, Marquinhos Trad (PSD), foi afastado do cargo após desavenças com o presidente em relação à gestão sanitária durante a pandemia. “Para quem não se lembra, ele fazia parte da equipe do ex-ministro [...] era um diretor responsável de um setor importante do Ministério da Saúde, que é o de epidemiologia”.

Foi longe – Durante o lançamento do programa “MS Alfabetiza”, na segunda-feira (25), o diretor-presidente da Associação Bem Comum, Veveu Arruda, fez o público presente se entreolhar com mais uma confusão com Mato Grosso do Sul, mas não com Mato Grosso.

Mas é do lado – Arruda achou que estava no estado de Goiás. O próprio público corrigiu o diretor-presidente da organização. “Desculpe, Mato Grosso do Sul. É a emoção que faz a gente trocar o nome”, comentou aos risos.

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