De baile carapé a festival, cachês variam 4.000% na cultura
40 cachês em 1 - Bailão é bailão, show é show. Os cachês distribuídos pelo Estado mostram isso. Enquanto o tradicional Baile Carapé de Jaraguari terá atrações contratadas por R$ 15 mil e R$ 12 mil, o Festival de Inverno de Bonito desembolsará R$ 450 mil por Leo Foguete e R$ 500 mil por Seu Jorge, valor 40 vezes maior, o com diferença de 4.000%. A diferença reflete, claro, o tamanho de cada festa.
Distância imposta pela fama - De um lado está um baile regional. Do outro, um dos maiores eventos culturais e turísticos de Mato Grosso do Sul. Enquanto Fábio Cunha e Grupo Batidão dividem R$ 12 mil en Jaraguari, Leo Foguete vai ganhar R$ 450 mil e Seu Jorge mais R$ 500 mil pelo Festival de Inverno de Bonito.
Descobrindo o Discord - O senador Nelsinho Trad (PSD) ficou horrorizado com reportagem do Campo Grande News sobre adolescente de Naviraí que morreu sob suspeita de pressão no Discord, aplicativo de comunicação usado por grupos de amigos. "Nem sabia que isso existia", comentou. Ele diz que vai solicitar uma investigação sobre denúncias de grupos em plataformas digitais que estariam promovendo desafios envolvendo maus-tratos a animais e automutilação entre crianças e adolescentes.
Chocado - Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar disse ter ficado “chocado” sobre os supostos desafios compartilhados em servidores do Discord. “Eu tenho uma filha de 12 anos e sou senador da República. Já encomendei à minha assessoria do Senado que possa investigar a fundo essa história e promover uma lei que venha punir e coibir essa situação absurda”, afirmou. Recentemente, a Justiça determinou que plataformas como Discord, TikTok, Telegram e outras removam conteúdos relacionados à crueldade contra animais e adotem mecanismos para impedir novas publicações do tipo.
Amarelinha - Candidata ao Senado em São Paulo, a sul-mato-grossense Simone Tebet (MDB) contratou uma equipe "blogueirinha" pra a campanha. Nos vídeos postados nas redes sociais, quem filma chama a ex-ministra de "diva" e consegue tirar de Simone cenas inusitadas como ela vestida de traje inusitado. Ontem ela apareceu em uma roupa amarelona, do Centro Nacional de Pesquisas em Energia e Materiais, em Campinas.
Alívio para a frota – A Guarda Civil Metropolitana de Campo Grande terá reforço na frota a partir de outubro. Ao todo, 20 novas viaturas entrarão em operação para substituir parte dos veículos que estão em uso há cerca de seis anos. Os automóveis serão distribuídos entre o patrulhamento das sete regiões urbanas da Capital e as unidades especializadas da corporação.
Locação milionária – Em vez de comprar os veículos, a Prefeitura decidiu contratar o serviço de locação por 30 meses. O contrato está estimado em R$ 3.743.784 e prevê, além das viaturas, a manutenção preventiva e corretiva durante toda a vigência. A entrega dos primeiros veículos está prevista para outubro de 2026 e a incorporação à estrutura da GCM será feita de forma gradual, conforme a conclusão dos trâmites administrativos.
Carrões – O TJMS comprou 15 veículos novos, modelo SUV, por R$ 3.058.500,00. O valor representa uma redução de R$ 2.614.661,55 em relação ao montante inicialmente estimado para a licitação, de R$ 5.673.161,55. No contrato firmado com uma empresa da Capital, os carros serão GWM Haval H6 Híbrido, na cor preta, e cada unidade foi adquirida por R$ 203.900,00.
Exigências - Os veículos serão destinados às demandas operacionais e institucionais do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul. Entre os itens previstos estão ar-condicionado de fábrica, direção elétrica, transmissão automática, bancos em couro, central multimídia, rodas aro 18 na cor preta, película escura nos vidros, alarme antifurto, vidros e travas elétricas, além de tapetes, frisos laterais, emplacamento, documentação e tanque abastecido com, no mínimo, um quarto da capacidade. O contrato também prevê garantia de cinco anos para o veículo e de oito anos para o sistema híbrido, limitada a 200 mil quilômetros.
Na mira – O MPMS (Ministério Público de Mato Grosso do Sul) vai acompanhar de perto as medidas adotadas pelo Estado para preservar, conservar e adequar a gestão do MARCO (Museu de Arte Contemporânea de MS), especialmente quanto à execução das obras de reforma, às condições da guarda, conservação do acervo artístico, integridade estrutural do imóvel e adoção das providências necessárias para assegurar a proteção do patrimônio cultural. O órgão instaurou um procedimento administrativo para realizar as fiscalizações, que visam regular a reabertura do museu ao público.


