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03/08/2016 06:00

Diante de pressa contra prefeito, tucano pisa no freio

Waldemar Gonçalves

Apressado – Se dependesse somente do vereador Paulo Siufi (PMDB), novo pedido de impeachment do prefeito, Alcides Bernal (PP), que chegou à Câmara Municipal de Campo Grande, já seria votado ontem mesmo, quando os trabalhos na casa foram retomados.

Volte para o rádio – Como costuma falar, a sugestão de Siufi é para que Bernal volte ao rádio, “já que tem voz aveludada”. Usando a tribuna por pelo menos 20 minutos, Siufi justificou o pedido de celeridade na votação de um eventual impeachment: “se der muito tempo o mandato dele acaba”.

Não é bem por aí – O presidente da Câmara, João Rocha (PSDB), no entanto, pondera e explica que não é nem possível votar às pressas um pedido de cassação. Voltou a dizer que a procuradoria jurídica da casa dará parecer nos próximos dias. As prioridades são outras, no momento, e um pedido como este requer cautela, arremata o tucano.

E o PMDB? – Principal liderança tucana de Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja não se mostra otimista quanto ao apoio do PMDB à sua candidata, Rose Modesto. Segundo ele, diante da opção peemedebista de não formalizar aliança na majoritária, “fica difícil prever para onde o voto deles vai migrar”.

Campanhas só para eles – Ao comentar sobre o PMDB, o governador lembra que “ninguém tem eleitorado cativo”. Ainda há a tendência, completa, de os candidatos a vereador se concentrarem apenas em suas próprias campanhas.

Mais com menos – Sobre Rose, a expectativa do governador é que a campanha ganhe corpo em breve, com sua candidata mostrando que “pode fazer mais com menos”, como fez ao compor seu time no Governo. Sem indicar siglas, Reinaldo ainda falou da expectativa de ampliar o leque de alianças de Rose até sexta-feira. No interior, disse ele, houve acordos antes inimagináveis.

DEM é da família – Faltando poucos dias para o fim do calendário de convenções partidárias, o deputado estadual Marquinhos Trad, pré-candidato do PSD à Prefeitura de Campo Grande, diz que ainda aguarda uma resposta do DEM, do seu primo e deputado federal Luiz Henrique Mandetta.

Plano de Marquinhos – Sábado passado (30), Mandetta reuniu seus correligionários e, depois de muita conversa, a decisão sobre os rumos demistas nestas eleições foi adiada para amanhã. Segundo Marquinhos, que segunda conseguiu oficializar o apoio do irmão, Nelson (PTB), o DEM pediu seu plano de governo e o está avaliando.

Vice? – O vereador Marcos Alex, nome do PT à Prefeitura da Capital, mantém mistério sobre quem será seu vice na chapa. Afirma que já há nomes e, inclusive, a possibilidade de ser um petista. Também não quis contar quem são as legendas que podem o apoiar, mas garante que a conversa com o PC do B está mais adiantada.

Insatisfeito – Edson Shimabukuro diz que a aliança entre PTB e PSD, unindo os irmãos Trad, “frustrou a expectativa”. Segundo ele, três condicionantes para os petebistas apoiarem o PSD não foram aceitas: espaço em eventual gestão municipal do PSD, indicação do vice e estrutura para os candidatos a vereador. Para os demais petebistas da Câmara, Francisco Luis do Nascimento e Waldecy Batista Nunes, Nelsinho agiu como o combinado, de que o mais bem posicionado nas pesquisas, entre os dois irmãos, seria o candidato.

(com Leonardo Rocha, Ricardo Campos Jr. e Mayara Bueno)

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