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20/09/2013 06:00

Dúvidas do PMDB para cassar Bernal

Edivaldo Bitencourt

Suspensa – A Câmara Municipal enforcou, literalmente, a sessão de ontem. Tudo porque os vereadores fizeram questão de acompanhar pessoalmente o relatório da CPI do Calote, que pode selar o futuro político do prefeito Alcides Bernal (PP).

Lotado – O plenarinho da Câmara Municipal foi pequeno para comportar vereadores, assessores e curiosos em saber detalhes do relatório de Elizeu Dionísio (PSL). Populares foram obrigados a levantar da cadeira para dar espaço aos vereadores, que ouviram a leitura por quatro horas.

Sem almoço – O interesse no relatório da CPI do Calote foi tanto que os parlamentares não sentiram nem fome. Além de enforcar a sessão ordinária, eles também “esqueceram” do almoço de quinta-feira. Eles só deixaram o legislativo por volta das 15h30 de ontem.

Estratégia – O PMDB segue estudando a melhor estratégia para pedir a cassação do prefeito de Campo Grande, Alcides Bernal (PP). Com o relatório da CPI do Calote em mãos, os vereadores do partido vão promover reuniões para ver quem pode pedir a instalação da Comissão Processante, que pode levar ao impeachment do prefeito.

Dilema – O principal dilema dos cinco vereadores é de que o autor do pedido não poderá votar em plenário. Como são necessários 20 votos para cassar o prefeito, os peemedebistas não querem queimar cartucho. Apesar não admitir, a melhor estratégia pode ser colocar um filiado do partido para fazer a solicitação.

Iminente – Ex-prefeito da Capital, secretário estadual de Articulação com os Municípios e pré-candidato a governador, Nelson Trad Filho, preferiu não comentar o resultado da CPI e a proposta de cassar o mandato de Bernal. Contudo, não conseguiu se conter e comentou que as coisas “são iminentes”.

Simpatia – Amigo de longa data do empresário Antônio João Hugo Rodrigues, Nelsinho Trad afirmou que, por enquanto, só conseguiu “a simpatia” do dono do Correio do Estado. AJ é cortejado por presidir o PSD, que tem um bom tempo de televisão no horário eleitoral.

Negociação – As negociações visando as eleições de 2014 devem pegar fogo nos próximos dias. Tudo porque os candidatos devem definir os partidos em que disputarão os cargos de governador, senador, deputado federal e deputado estadual. O prazo para trocar de legenda acaba no dia 4 de outubro.

Direitos Humanos – A morte de dois assaltantes durante o roubo a uma lotérica no Conjunto Parati continua rendendo polêmica. O secretário de Justiça e Segurança Pública, Wantuir Jacini, afirmou que os grupos de direitos humanos nunca aparecem quando um policial é morto por bandido.

PSB – Mato Grosso do Sul pode ganhar uma terceira via na disputa ao Governo do Estado. O PSB pode lançar um nome para garantir palanque ao governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que pretende disputar a presidência da República em 2014. Já são dois pré-candidatos definidos: Delcídio do Amaral (PT) e Nelson Trad (PMDB).

(colaboraram Zana Zaidan e Jéssica Benitez)

 

 

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É pelo visto as imputações contra Alcides Bernal estão situadas na "zona cinzenta" do direito administrativo, ou, como diria o saudoso jurista Orozimbo Nonato, são pedestres, a ponto de não poder faltar um só adversário para garantir sua aprovação. Não resta a menor dúvida que se as imputações fossem realmente calcada em fatos palpáveis e não em lucubrações politicas se esperaria a aprovação de vereadores de qualquer partido, como soe ocorrer no Congresso Nacional, como por exemplo a CMPI dos Correios que desvendou o "mensalão", presidida por um parlamentar do PT, o Sen. Delcidio Amaral e relatada pelo Dep. Osmar Serraglio, do PMDB, ambos integrantes da base aliada ao PT. Quando a cassação de um mandato depende apenas de votos de correlegionários é porque a questão é politica, mesmo.
 
Celso Pereira da Silva em 20/09/2013 22:17:11
aceitar a democracia é uma coisa, aceitar a falta de incompetência é outra , precisamos saber distinguir bem as coisas, meu povo cuidado ....... olhem bem quem mais critica é o que menos faz.....
 
clara marins em 20/09/2013 17:02:33
Concordo ! Luis Alves

é a agonia de uma monarquia que reinou por 16 anos e que agora se vê rejeitada pela população. São incapazes de aceitar a democracia como ela é.
Que venham os novos tempos, E que deixem o Bernal lançar seus editais, para que enfim nós o povo, possamos avalia-lo.
 
Joe Nova em 20/09/2013 16:18:32
Na eleição do ano passado, teve partidos com seus caciques, que já foi alertado pelo Eleitor. Na ´próxima pelo que estamos vendo, será praticamente extinto da política. Espere para ver. Estamos vendo o desespero de um partido para cassar o prefeito atual e quem é melhor? Atire a primeira pedra quem for honesto perante a Deus.
 
luiz alves em 20/09/2013 07:55:35
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