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Em novo "enxuga gelo", ninguém quer deixar rodoviária antiga

Por Marta Ferreira | 09/01/2021 07:00
Frequentadores da região da antiga rodoviária com as mãos na parede, durante abordagem na noite dessa sexta-feira (Foto: Divulgação)
Frequentadores da região da antiga rodoviária com as mãos na parede, durante abordagem na noite dessa sexta-feira (Foto: Divulgação)

Enxugando gelo – A expressão é antiga, e repetida, mas descreve bem o que as autoridades conseguem fazer em relação à situação da antiga rodoviária de Campo Grande quanto à presença de dependentes químicos. Exemplo disso é o fato de, nesta sexta-feira, o lugar ter sido alvo de mais uma força-tarefa para atender quem ‘sobrevive’ por ali e ninguém ter aceitado abrigo.

Não quero – Segundo as informações obtidas, de 35 usuários de entorpecentes encontrados no local, absolutamente todos preferiram continuar na rua.

Reação – Nesta semana, a Denar (Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico) fez cinco prisões de traficantes no lugar, um dia depois de imagens chocantes serem divulgadas pelos comerciantes. Ontem, pelo resultado da operação, a clientela estava no mesmo lugar.

Preparando – Fechado desde o dia 13 de setembro, quando foi destruído por incêndio de proporções recordes em Campo Grande, o Atacadão da Avenida Duque de Caxias está sendo reconstruído com previsão de abertura em março. A data não está definida ainda, como apurou a coluna.

Expectativa – Conforme a informação dada pela empresa, ao ser consultada, as obras estão em andamento para refazer a loja. A previsão, no momento, é de conclusão “até o final de fevereiro”.

Mais uma – A pandemia de covid-19 atrapalhou inúmeros empreendimentos que estavam para sair do papel. Um deles é a revitalização do espaço chamado “Casa do Homem Pantaneiro”, no Parque das Nações Indígenas.

Projeto – Em maio do ano passado, foi firmado convênio prevendo o repasse do espaço para a Sanesul (Empresa de Saneamento de Mato Grosso do Sul). Os casos de covid-19 haviam chegado recentemente ao Estado e de lá para cá, a situação só piorou e por isso o investimento foi sendo adiado.

Famoso – Depois de minimizar a gravidade da covid-19 e acabar sendo vítima dela, o pastor Gladiston Amorim, de Campo Grande, ficou conhecido nacionalmente. Deu entrevista longa à Folha de S.Paulo sobre a transformação de sua visão sobre a doença.

Nas escrituras – No material, fala dos 51 dias internado em razão das consequências graves da covid-19 e diz que aprendeu na dor a respeitar o uso da máscara. Afirma, inclusive, que o uso da proteção está previsto na Bíblia.

Ajuda – O “não está fácil para ninguém” ganhou uma nova prática da parte dos motoristas de aplicativo, que em muitos casos queixam-se de serem explorados pelas empresas do setor. Tem “parceiro” adotando até caixinha pedindo gorjeta aos passageiros, conforme presenciado pela coluna em uma corrida.

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