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06/04/2011 06:00

Pela culatra

Jogo Aberto

O deputado mais velho da Assembleia, Londres Machado (PR), comenta que a escolha do conselheiro está como eleição de Papa. O presidente da Assembleia completou dizendo que estão começando a acender as fogueira para sair fumaça branca anunciando a escolha do substituto de Celina.

Jerson garantiu que não irá para o TCE nesta indicação, porque está muito novinho e vai esperar amadurecer um pouco mais para em 2014 disputar a vaga dos conselheiros Cícero de Souza e Paulo Roberto Capeberibe Saldanha, que se aposentam.

Ao comentar a lei da Pesca, o presidente do Legislativo estadual se gabou dizendo que não teria outro deputado mais apropriado para falar sobre o assunto. "Na pescaria e como jogador de futebol não há nenhum deputado igual" revelou. Ainda brincou que os dois deputados mais engajados na proibição, deputados Paulo Correa (PR) e Paulo Duarte (PT), só sabem comer peixe.

Jerson citou situação vivida pelo deputado federal Reinaldo Azambuja em uma pescaria no Chaco Argetino, em que a pesca de espécies como o Dourado fora de época ou medida provoca prisão de até cinco anos. O piloteiro do deputado tucano ficou mais de uma hora tentando tirar um anzol que "Douradão" teria engolido para devolvê-lo ao rio e não entrar em cana, relatou Domingos.

Com a crise da saúde, deputados estaduais petistas criticaram o investimento de cerca de R$ 80 milhões no Aquário a ser construído no Parque dos Poderes. Na opinião deles o dinheiro deveria revertido para outras prioridades como a Santa Casa.

O deputado tucano e ex-secretário estadual de Meio Ambiente, Marcio Monteiro, rebateu a crítica e afirmou que o recurso aplicado no Aquário é fruto do fundo de compensação ambiental, pago por empresas que causam danos ambientais durante obras no Estado e que o projeto não é fútil, porque abrigará laboratórios de pesquisas sobre a pesca. Monteiro afirmou que seria um crime desviar o destino destes recursos.

A Assembleia Legislativa está cheia de familiares de desembargadores e juízes lotados em cargos comissionados. Destas vez foi o filho do desembargador João Carlos Brandes Garcia, Gabriel Murano Garcia, que foi nomeado para o cargo de assessor jurídico, conforme publicado no Diário Oficial do Estado do último dia 28.

Intencionalmente ou não, o nome do jovem advogado foi grafado de forma invertida, de modo que dificulta a consulta na área de pesquisa do Diário Oficial. O nome está escrito com os sobrenomes trocados: Gabriel Garcia Murano.

Membro cativo da bancada ruralista na Assembleia, o deputado estadual Zé Teixeira (DEM) ocupou a tribuna ontem para defender que o Incra seja administrado como na iniciativa privada. O comentário foi em apoio à propostas do novo presidente do órgão, Celso Lisboa de Lacerda.

Alardeando caçada aos infiéis no PPS, o presidente do diretório estadual, vereador Athayde Nery, pode dar tiro no pé. Opositores dentro do partido enviaram e-mails com imagens dele em santinhos de campanha em 2010 ao lado de Geraldo Rezende, do PMDB e o deputado federal Luiz Henrique Mandetta, do DEM.

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A considerar essa informação repassada pela coluna....."fruto do fundo de compensação ambiental, pago por empresas que causam danos ambientais durante obras no Estado e que o projeto não é fútil, porque abrigará laboratórios de pesquisas sobre a pesca. Monteiro afirmou que seria um crime desviar o destino destes recursos." .... Faço o seguinte questionamento: Qual o tipo de danos ambientais que foram provocados em nosso estado. Quais empresas que promoveram tais danos. Este impacto foi provocado aqui em Campo Grande onde a obra do aquário será erguida. Não tenho nada contra a construção desse aquário, acho até legal, só não tinha conhecimento da fonte dos recurso a ser aplicado, por este motivo fomento o debate através desse comentário, por entender que a utilização desse recurso para a construção TAMBÉM pode ser visto como crime, principalmente se não foram tomadas medidadas para amenizar o impacto provocvado por "essas obras" e "essas empresas" nos locais de origem. EXEMPLO: Em Bataguassu tem o Frigorífico Marfrig, o mesmo construiu um MATADOURO, e tanto o valor de Compensação Ambiental da Obra e do Impacto assim que venha a causar, que eu tenha conhecimento, não foi feito nada. Outro quwestionamento que faço a coluna... pelo que eu tenho conhecimento o destino desta verba de Compensação Ambiental também pode ser destinado a aquisição de reservas e parques ecológicos, preservação... Diante da quantidade de Obras e Empresas que promovem impacto ambiental em nosso estado,, quais os valores e onde e de que forma esses recursos estão sendo aplicados.
 
Rui Spínola Barbosa em 06/04/2011 05:49:45
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